Na véspera do Carnaval, dirigentes do Sindicato participam do 1º Pedágio de Saúde na Central de Atendimento ao Consumidor da Elektro
Em plena sexta-feira (04), véspera da festa mais popular do mundo, dirigentes do Sinergia CUT estiveram no Call Center da Elektro (CAC), em Campinas, para levar aos trabalhadores e trabalhadoras um enredo especial para o Carnaval 2011, focando principalmente a prevenção ao HIV/Aids e outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs).
Batizada de 1º Pedágio Sindical da Saúde, voltado especialmente ao mundo do trabalho, a iniciativa foi uma parceria com a CIPA da CAC para promover também a importância do uso do preservativo em todas as relações sexuais.
“Pudemos debater e conscientizar sobre as diversas formas de prevenção das DSTs e da Aids, ressaltando a prevenção e a importância do sexo seguro nesses dias da festa de Momo”, destacaram os diretores Rosana Gazzolla e Esteliano Gomes Neto.
Para se ter uma idéia da gravidade da transmissão do HIV no Brasil, a Agência de Notícias da Aids destaca que “somos todos vulneráveis”. Os números não mentem: 33,4 milhões de pessoas vivem com HIV no Brasil, sendo que 2,7 milhões foram infectados somente em 2008, ano que registra 2 milhões de mortos pela doença.
Junto com os cipeiros, os dirigentes do Sinergia CUT distribuíram aos trabalhadores e trabalhadoras um material informativo e muitos preservativos. “É o único jeito de prevenir para conquistar, como resultado, uma melhor qualidade de vida”, concluíram.
Só 49% das mulheres usam camisinha em nova relação
Uma pesquisa divulgada hoje pelo Ibope sobre os hábitos de saúde e consumo das mulheres mostra que apenas 49% usam preservativos em todo novo relacionamento. Entre os homens, esse índice é de 55%.
O estudo foi realizado entre agosto de 2009 e julho de 2010, nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Brasília e nos interiores de São Paulo e das regiões Sul e Sudeste. Foram ouvidas 18.884 pessoas de ambos os sexos, das classes AB, C e DE, e com idade acima de 18 anos.
Entre as mulheres ouvidas, 79% disseram que pagariam qualquer preço para ter saúde, mas 59% disseram que só vão ao médico quando estão realmente doente. Além disso, 53% das mulheres afirmam que, devido à rotina agitada, não se cuidam como deveriam. Apenas 34% praticam exercício físico pelo menos uma vez por semana.
A pesquisa do Ibope revela também que 40% das mulheres estão sempre fazendo regime. Entre os homens, o índice cai para 29%. “A mulher contemporânea pesquisa os melhores preços, quer estar em dia com moda e estilo, cuida da saúde e estética, além de fazer o que for preciso para proteger sua família”, afirma Juliana Sawaia, gerente de inteligência de mercado do Ibope Mídia.