Para o Sinergia CUT, há sinalização de mobilização e greve caso as reivindicações não sejam atendidas
A segunda rodada de negociação entre dirigentes do Sindicato e representantes da Medral terminou com a insatisfação da bancada dos trabalhadores diante das propostas apresentadas. Na reunião realizada no último dia 7, a empresa apresentou proposta de reajuste igual ao ICV do Dieese, sem aumento real.
O reajuste salarial oferecido pela empresa é de 5,8% sobre o salário e a cesta básica. Apesar da rejeição do Sindicato na mesa de negociação, o coordenador de RH da Metral reiterou, por e-mail, o valor do reajuste de 5,8% sem a intenção de agregar aumento real. O coordenador de RH justificou que a empresa passa por dificuldades, que serão apresentadas na próxima reunião, com data ainda a ser definida.
A reunião da terceira rodada que deveria ocorrer no último dia 13, em Dracena, foi desmarcada e, segundo o negociador do Sinergia CUT Antônio Mardevanio G. Rocha, ‘está sendo difícil estabelecer um diálogo com a empresa. Há sinalização de mobilização e greve caso as negociações não avancem no sentido de atender às necessidades dos trabalhadores.’.
O Sinergia CUT deve realizar assembléias informativas para debater a mobilização com os trabalhadores.
Cecília Gomes