Em reunião com a executiva nacional da CUT na noite desta quinta-feira (22), o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, reafirmou o compromisso do governo brasileiro em enfrentar a crise gerada pelas ‘seqüelas da globalização’, preservando emprego e renda da classe trabalhadora por meio da estruturação de um Conselho de acompanhamento dos recursos públicos liberados às empresas, a fim de garantir contrapartidas sociais. ‘Nossa compreensão é que quando se pede dinheiro público, tem que se prestar contas. Então, esta determinação governamental de que a empresa que recebe recursos do Fundo de Amparo ao Trabalhador não pode ser servir do dinheiro para desempregar, é algo simples. O mínimo que temos de cobrar é a geração de emprego’, ressaltou. Conforme Lupi, além de representantes governamentais, o Conselho terá a participação de trabalhadores e empresários, ‘e deverá acompanhar minuciosamente a aplicação dos recursos do FAT, que tem R$ 160 bilhões de patrimônio e é o principal fomentador do BNDES’.
O ministro condenou a miopia de setores minoritários do empresariado, ‘gente que tem a visão da idade da pedra