Sempre na luta pelo cumprimento da cota legal de PPDs (Pessoas Portadoras de Deficiência), o Sindicato participou de audiência convocada pela Procuradoria Regional do Trabalho (PRT) da 15a Região na tentativa de regularizar a situação na CPFL Paulista.
A audiência aconteceu no último dia 11 e foi presidida pelo procurador Alex Duboc Garbellini. É do conhecimento de todos que a empresa não cumpre a cota de PPDs e questiona judicialmente os 5% determinados pela legislação.
A empresa informou que mantém em torno de 37 portadores de deficiência como empregados regulares e outros 50 contratados como praticantes, com base em ACT de 2005. Novamente, ficou claro que a cota não está sendo cumprida.
Assim, depois de muito debate, o procurador encaminhou proposta para viabilizar o cumprimento da cota: a renovação do ACT dos praticantes, prevendo um número maior e durante um certo período, ‘findo o qual a CPFL deverá ter a cota legal totalmente preenchida com empregados reagulares. O acordo abrangeria também a Piratininga, Brasil e Geração’. A audiência foi suspensa por 40 dias para negociação entre empresa e Sindicato.