Em resolução divulgada na sexta-feira (5), Central lista outras prioridades, como emprego, não à privatização, pagamento do auxílio emergencial até o fim da pandemia e manutenção dos empregos na Ford
Em defesa do Brasil, da vida, dos empregos e dos serviços públicos de qualidade, a CUT decidiu intensificar o combate à reforma Administrativa e às privatizações e reforçar a luta pelo ‘Fora Bolsonaro e Mourão’, com ‘impeachment já’ junto com as Frentes Brasil Popular, Povo Sem Medo e com o conjunto das centrais sindicais.
As decisões foram tomadas pela Direção Executiva Nacional da CUT, reunida por meio de videoconferência, nesta quinta-feira (4).
Entre as principais resoluções estão ainda a intensificação da campanha pelo auxílio emergencial até o fim da pandemia, pela vacinação de todos os brasileiros, pela pressão nos governos para que adotem medidas para a manutenção e retomada dos empregos e pela nacionalização da luta em defesa dos empregos na Ford, exigindo a encampação, seguida da nacionalização do parque industrial da empresa, que recebeu bilhões de incentivos do poder público.
“Precisamos buscar o apoio e o engajamento nessa luta de todos os setores da sociedade que concordem com a base da nossa unidade: vacinação para todos e todas em defesa do SUS; a volta imediata do auxílio emergencial, manutenção da proteção aos empregos e Fora Bolsonaro, Impeachment Já, visando ampliar e construir uma frente democrática e popular, com potencial de mobilizar a população e viabilizar o impeachment”, diz trecho da resolução.
Outra decisão é fortalecer a campanha de denúncia contra Sérgio Moro, Deltan Dallagnol e outros protagonistas da farsa da Lava Jato, pela inocência e retomada dos direitos políticos de Lula.
Confira a íntegra da Resolução:
A Direção Executiva Nacional da CUT, reunida no último dia 4 de fevereiro de 2021, por meio de videoconferência, analisou a conjuntura e as ações desenvolvidas.
Como resultado do debate coletivo, reafirmou as diretrizes e avaliações contidas na resolução da DN de dezembro de 2020 e aprovou a seguinte resolução política:
Direção Executiva Nacional da CUT