A proposta apresentada foi rejeitada na mesa
A primeira rodada de negociação da Campanha Salarial 2017 da State Grid com o Sinergia CUT aconteceu ontem (08).
Com data-base em março, a empresa iniciou a reunião apresentando o cenário econômico, a regulação do setor e das suas políticas internas. Depois disso, informou que as pendências da Campanha Salarial 2016 e da Gerência Regional do Trabalho (GRT) de Araraquara, não foram cumpridas, tais como o Plano de Cargos e Salário (PCS), PLR e Previdência Privada.
Quanto ao Plano de Cargos e Salários (PCS), os representantes da State Grid informaram que a proposta de PCS somente será finalizada em setembro próximo, uma vez que está em estudo. Com relação à PLR e ao Plano de Previdência, reconheceu os compromissos, porém argumentou que, em função da urgência para a elaboração do estudo de PCS, não foi possível elaborar proposta para tais pontos.
O Sindicato repudiou a atitude da empresa. “É inadmissível afirmar que está comprometida com os trabalhadores porém, passados 12 meses, nada de proposta para questões pendentes fundamentais”, afirma a direção do Sinergia CUT. Vale ressaltar que, no caso do PCS, sua implantação deveria ter ocorrido em fevereiro deste ano de 2017.
Sendo assim, o Sindicato ressaltou que não abrirá mão de discutir esses pontos, além do reajuste com aumento real, do aumento no vale refeição acima da inflação e da prorrogação do ACT.
Apesar da posição do Sinergia CUT e demais entidades sindicais presentes referente às pendências, a empresa alegou que o Acordo Coletivo vence em 2018 e que, por isso, quer negociar apensa os itens econômicos, apresentando a seguinte proposta:
A proposta foi rejeitada e uma contraproposta única foi apresentada pelos sindicatos:
Os representantes da empresa se comprometeram a levar a proposta única das entidades para a direção da State Grid e retornar até o próximo dia 19.
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