… com rotatividade de 25%. Trabalhadores debaterão os pontos em assembleia! Fique ligado!
Depois de apresentar propostas que foram rejeitadas na mesa nas duas primeiras rodadas de negociação, na terceira reunião da Campanha Salarial 2016, ocorrida na terça-feira (19), a Cesp apresentou o que chamou de proposta final (veja a proposta abaixo).
Desta vez, apesar de avançar nos itens econômicos, a empresa não respeitou os empregos dos trabalhadores, propondo alterar a cláusula de Gerenciamento de Pessoal (o atual ACT prevê 2,5% de rotatividade. Agora, a Cesp propõe 25% de rotatividade).
“O governo tucano, que em 1996 promoveu a privatização do setor e agora optou por não mais operar as usinas de Jupiá e Ilha Solteira, quer que os trabalhadores paguem mais uma vez o pato, propondo alterar a cláusula de emprego para poder demitir quem tem anos de dedicação e serviços prestados à empresa e à sociedade”, protesta a direção do Sindicato.
Venda da Cesp Não bastasse isso, esse governo vem expondo sua vontade de acabar de vez com a empresa, aceitando divulgar na grande imprensa nacional o desejo de voltar a colocar, pela quarta vez, a Cesp à venda.
Para a direção do Sinergia CUT, essa manobra inclui a pluralidade do presidente da Cesp que vem trazendo na mesa de negociação a proposta de acabar com a cláusula de emprego para vender a empresa aos grupos chineses com o menor valor possível e sem trabalhadores.
A atual situação dos trabalhadores de Ilha Solteira e Jupiá é resultado da falta de apreço, respeito e irresponsabilidade da direção da Cesp e do governo tucano: colocaram os trabalhadores na berlinda, sequer se responsabilizaram com o futuro deles e pensaram somente em reduzir o custo da empresa.
Assembleias Tendo em vista que a empresa apresentou o que chamou de proposta final, a direção do Sindicato realizará assembleias informativas nos locais de trabalho para debater os pontos da proposta e colher o sentimento da categoria.
E, na próxima terça-feira (26), haverá uma reunião entre as entidade sindicais que negociam com a Cesp para definir um calendário de mobilização que será deliberado pela categoria.
Veja abaixo a proposta final que será debatida nas assembleias
O QUE É NOSSO NINGUÉM TIRA!