CS 2016: proposta insuficiente, que não repõe sequer a inflação, na quinta rodada da CPFL Jaguariúna

CS 2016: proposta insuficiente, que não repõe sequer a inflação, na quinta rodada da CPFL Jaguariúna
06 maio 18:12 2016 Nice Bulhões, com informações da Secretaria Geral

Reunião aconteceu nesta sexta-feira (5). Próxima rodada será agendada posteriormente

Aconteceu nesta sexta-feira (5) a quinta rodada da Campanha Salarial 2016 entre a CPFL Jaguariúna e o Sinergia CUT. A empresa apresentou a seguinte proposta:

• Reajuste salarial: 8,18% a partir de abril/2016, exceto para os ocupantes dos cargos executivos de diretores e gerentes que terão regras próprias. Foi explicado o racional da proposta, que consiste na compensação do fator xq dentro do repasse tarifário, que, em outras palavras e conforme dito pelos representantes da empresa, está sendo descontado do IPCA (que compõe o repasse tarifário) o percentual de 1,21% devido à baixa “produtividade” das empresas.

•Gratificação de Férias: 12% parte fixa a partir de abril/2016.

•Demais benefícios (expressos monetariamente no ACT 2015/2016): Na prática significa o piso salarial (para os ACTs que possuem essa previsão), auxílio creche e transferência de local de trabalho,  com o índice de 8,18% a partir de abril/2016. Ficam de fora dessa proposta o Vale Alimentação e o Vale Refeição, cujas regras de reajuste de valores e condições de fornecimento já foram definidas e negociadas na data base de 2015.

•Linha de corte do VA: 15% em abril/16 na faixa salarial (R$ 4.881,92) e passando para a linha de corte de R$ 7.800,00 em setembro/2016.

•PLR: mantém indicadores, com exceção da meta DIC/FIC/DIMIC/DICRI que passa os 100% de R$ 421.626 para R$ 500.000, os 105% passam para R$ 475.000 e os 80% para R$ 600.000.

• Metas técnicas: 8,18% de reajuste.

• Resultado de Serviço: 13% nos valores da tabela.

•Percentual mínimo de atingiment0: 80%

O Sindicato insistiu na mesa que, a despeito do cenário, a CPFL Jaguariúna esta inserida em um mercado regulado, onde todos os impactos negativos são compensados pelo contrato de concessão, o que viabiliza que a empresa atenda os pleitos dos trabalhadores. Por que…

O que é nosso ninguém tira!

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