{"id":7975,"date":"2011-01-27T13:51:42","date_gmt":"2011-01-27T13:51:42","guid":{"rendered":"http:\/\/www.becodigital.com.br\/wordpress\/index.php\/formalizacao-cresce-mais-que-populacao-ocupada\/"},"modified":"2011-01-27T13:51:42","modified_gmt":"2011-01-27T13:51:42","slug":"formalizacao-cresce-mais-que-populacao-ocupada","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=7975","title":{"rendered":"Formaliza\u00e7\u00e3o cresce mais que popula\u00e7\u00e3o ocupada"},"content":{"rendered":"<p class=\"caps\"><P><STRONG>De 2003 a 2010, n\u00famero de trabalhadores com carteira ssinada aumentou 38,7%, enquanto popula\u00e7\u00e3o ocupada cresceu 18,9%<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Al\u00e9m de reduzir a taxa de desemprego a quase metade em oito anos, o Brasil conseguiu formalizar o mercado de trabalho num ritmo ainda maior que o da cria\u00e7\u00e3o de vagas. De 2003 &#8211; o primeiro ano completo da s\u00e9rie hist\u00f3rica do Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) &#8211; a 2010, o n\u00famero de trabalhadores com carteira assinada aumentou 38,7%. No mesmo per\u00edodo, o popula\u00e7\u00e3o ocupada cresceu 18,9%.<\/P><br \/>\n<P>&#8216;A grande caracter\u00edstica do mercado de trabalho neste per\u00edodo de oito anos foi a formaliza\u00e7\u00e3o. A carteira assinada \u00e9 quase que um passaporte para as classes menos favorecidas e cresceu mais entre os mais pobres e no Nordeste&#8217;, afirmou o coordenador da Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, Cimar Azeredo.<\/P><br \/>\n<P>Das seis regi\u00f5es metropolitanas investigadas pelo IBGE, o Recife foi a capital onde a formaliza\u00e7\u00e3o mais cresceu, num avan\u00e7o de 57,3%. Belo Horizonte (53,21%), Salvador (48,5%), S\u00e3o Paulo (39,2%) Porto Alegre (33,6%) e Rio (26,4%) tamb\u00e9m mostram esta tend\u00eancia.<\/P><br \/>\n<P>Entre os segmentos pesquisados, a constru\u00e7\u00e3o civil foi a que mais aumentou a formaliza\u00e7\u00e3o entre os trabalhadores. Em 2003, 25,5% dos empregados tinham carteira de trabalho assinada. O percentual saltou para 36,8% em 2010. No entanto, o setor continua sendo o mais informal entre os demais, com a maioria dos trabalhadores sem carteira. <\/P><br \/>\n<P>A ind\u00fastria, o setor da economia mais formalizado do mercado, a participa\u00e7\u00e3o dos empregados com carteira passou de 60,7% para 66,7% em oito anos. J\u00e1 no com\u00e9rcio, a participa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores formalizados cresceu de 39,7% para 49,2% &#8211; um grande salto segundo o IBGE. No segmento que abrange servi\u00e7os prestados a empresas, alugu\u00e9is, atividades imobili\u00e1rias e intermedia\u00e7\u00e3o financeira a formaliza\u00e7\u00e3o passou a atingir 67,8% dos trabalhadores &#8211; em 2003 a taxa era 60,3%.<\/P><br \/>\n<P>Em oito anos, o IBGE contabilizou a cria\u00e7\u00e3o de 3,5 milh\u00f5es de postos de trabalho nas seis principais regi\u00f5es metropolitanas do Pa\u00eds. O aumento de quase 19% da popula\u00e7\u00e3o ocupada supera o aumento da Popula\u00e7\u00e3o em Idade ativa (PIA), de 11% no mesmo per\u00edodo. O total de desempregados recuou de 2,6 milh\u00f5es para 1,6 milh\u00f5es de pessoas, enquanto a taxa de desemprego despencou de 12,5% para 6,7%. <BR>(Sabrina Lorenzi)<\/P><br \/>\n<P>&nbsp;<\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>De 2003 a 2010, n\u00famero de trabalhadores com carteira ssinada aumentou 38,7%, enquanto popula\u00e7\u00e3o ocupada cresceu 18,9% Al\u00e9m de reduzir a taxa de desemprego a quase metade em oito anos,<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[40],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7975"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7975"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7975\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7975"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7975"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7975"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}