{"id":7328,"date":"2010-03-09T17:46:07","date_gmt":"2010-03-09T17:46:07","guid":{"rendered":"http:\/\/www.becodigital.com.br\/wordpress\/index.php\/mulheres-sao-mais-escolarizadas-mas-ainda-ganham-menos-do-que-os-homens\/"},"modified":"2010-03-09T17:46:07","modified_gmt":"2010-03-09T17:46:07","slug":"mulheres-sao-mais-escolarizadas-mas-ainda-ganham-menos-do-que-os-homens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=7328","title":{"rendered":"Mulheres s\u00e3o mais escolarizadas, mas ainda ganham menos do que os homens"},"content":{"rendered":"<p class=\"caps\"><P>Mulheres no mercado de trabalho s\u00e3o mais escolarizadas que os homens, trabalham menos que o sexo oposto, mas tamb\u00e9m ganham menos e t\u00eam mais dificuldade de ter a carteira assinada. Estes e outros dados fazem parte do estudo Mulher no Mercado de Trabalho: Perguntas e Respostas, divulgado hoje (8) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) em comemora\u00e7\u00e3o ao Dia Internacional da Mulher. As informa\u00e7\u00f5es analisadas fazem parte da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) 2009, realizada nas regi\u00f5es metropolitanas de Recife, Salvador, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, S\u00e3o Paulo e Porto Alegre.<\/P><br \/>\n<P>Segundo o estudo, em 2009, enquanto 61,2% das trabalhadoras tinham o ensino m\u00e9dio completo, para os homens este percentual era de 53,2%. A parcela de mulheres ocupadas com n\u00edvel superior completo era de 19,6%, tamb\u00e9m superior ao dos homens (14,2%). Por outro lado, nos grupos de menor escolaridade, a participa\u00e7\u00e3o dos homens era superior \u00e0 das mulheres. Em 2009, aproximadamente 35,5% das mulheres estavam contratadas com carteira de trabalho assinada, porcentagem inferior \u00e0 dos homens (43,9%). <\/P><br \/>\n<P>Houve em 2009 redu\u00e7\u00e3o de cerca de 36 minutos na diferen\u00e7a entre a m\u00e9dia de horas trabalhadas por homens e mulheres, devido \u00e0 diminui\u00e7\u00e3o na m\u00e9dia de horas trabalhadas pelos homens. Ainda assim, em 2009 as mulheres trabalhavam em m\u00e9dia 38,9 horas por semana, 4,6 horas a menos que os homens. A diferen\u00e7a na m\u00e9dia de horas trabalhadas entre as mulheres com ensino m\u00e9dio completo em rela\u00e7\u00e3o aos homens diminuiu para 3,6 horas. Em 2003 era de 4,4 horas. <\/P><br \/>\n<P>As mulheres com um at\u00e9 tr\u00eas anos de estudo mantiveram a maior diferen\u00e7a (7,2 horas) na m\u00e9dia de horas trabalhadas, quando comparadas aos homens. Em 2003 a diferen\u00e7a era de 7,3 horas. <\/P><br \/>\n<P>O n\u00famero de horas trabalhadas pelas mulheres que possu\u00edam curso superior completo s\u00f3 ultrapassava o das que tinham at\u00e9 tr\u00eas anos de estudos. J\u00e1 as mulheres com 11 anos ou mais de estudo foram as \u00fanicas a aumentar a m\u00e9dia de horas trabalhadas semanalmente, em todo o mercado de trabalho: de 38,8 horas em 2003 para 39,1 horas em 2009. <\/P><br \/>\n<P>Ainda segundo o IBGE, a m\u00e9dia de rendimentos das mulheres continua inferior \u00e0 dos homens, mas melhorou nos \u00faltimos seis anos. Em 2009, enquanto o homem ganhava em m\u00e9dia R$ 1.518,31, a mulher ganhava R$ 1.097,93, 72,3% do rendimento recebido pelos homens. Em 2003, esse percentual era de 70,8%. <\/P><br \/>\n<P>Outro ponto ressaltado pelo estudo \u00e9 que a maior diferen\u00e7a salarial entre homens e mulheres foi registrada no grupo com n\u00edvel superior e no setor de com\u00e9rcio. Nesta \u00e1rea, a diferen\u00e7a de rendimento para a escolaridade de 11 anos ou mais de estudo \u00e9 de R$ 616,80 a mais para os homens. Quando a compara\u00e7\u00e3o \u00e9 feita para o n\u00edvel superior, ela \u00e9 de R$ 1.653,70 para eles. J\u00e1 nas atividades relacionadas \u00e0 constru\u00e7\u00e3o, as mulheres com 11 anos ou mais de estudo t\u00eam rendimento ligeiramente superior ao dos homens com a mesma escolaridade: elas recebem, em m\u00e9dia, R$ 2.007,80, contra R$ 1.917,20 dos homens.<BR><\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mulheres no mercado de trabalho s\u00e3o mais escolarizadas que os homens, trabalham menos que o sexo oposto, mas tamb\u00e9m ganham menos e t\u00eam mais dificuldade de ter a carteira assinada.<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[40],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7328"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7328"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7328\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7328"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7328"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7328"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}