{"id":7283,"date":"2010-02-17T15:48:50","date_gmt":"2010-02-17T15:48:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.becodigital.com.br\/wordpress\/index.php\/sindicalista-defende-que-reducao-vai-ajudar-na-geracao-de-2-milhoes-de-empregos\/"},"modified":"2010-02-17T15:48:50","modified_gmt":"2010-02-17T15:48:50","slug":"sindicalista-defende-que-reducao-vai-ajudar-na-geracao-de-2-milhoes-de-empregos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=7283","title":{"rendered":"Sindicalista defende que redu\u00e7\u00e3o vai ajudar na gera\u00e7\u00e3o de 2 milh\u00f5es de empregos"},"content":{"rendered":"<p class=\"caps\"><P><STRONG>Confira a entrevista que o presidente da CUT Artur Henrique concedeu ao Jornal Correio Popular<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P><BR>A discuss\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais est\u00e1 na pauta do Congresso Nacional e se transformou em um embate entre os representantes dos sindicatos e o empres\u00e1rios. De um lado, as entidades que s\u00e3o a voz do empresariado afirmam que haver\u00e1 desemprego. No outro extremo, as centrais sindicais e \u00f3rg\u00e3os de estudos econ\u00f4micos e sociais calculam que ser\u00e3o gerados mais de 2 milh\u00f5es de postos de trabalho. O presidente da Central \u00danica dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique da Silva Santos, frisa que o tema est\u00e1 na agenda do movimento sindical.<\/P><br \/>\n<P>O soci\u00f3logo de 44 anos, cuja trajet\u00f3ria no sindicalismo foi constru\u00edda em Campinas, diz que a redu\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de abrir novas oportunidades de trabalho, dar\u00e1 aos trabalhadores condi\u00e7\u00f5es de se qualificarem profissionalmente. Ele pontua que os empres\u00e1rios devem investir recursos e dar condi\u00e7\u00f5es para que seus funcion\u00e1rios possam aperfei\u00e7oar os conhecimentos acerca da profiss\u00e3o e tamb\u00e9m na parte educacional. Durante a crise econ\u00f4mica, a postura da CUT foi criticada por setores do movimento sindical. Santos rebate as acusa\u00e7\u00f5es e frisa que a central foi a primeira a promover greves e cobrar o governo sobre medidas para enfrentar os problemas na economia. Leia abaixo a entrevista com o presidente da CUT:<\/P><br \/>\n<P><BR><STRONG><EM>Ag\u00eancia Anhanguera de Not\u00edcias &#8211; A discuss\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho para 40 horas se transformou em um embate que tem de um lado as grandes entidades empresariais, contr\u00e1rias ao projeto, e as centrais sindicais, favor\u00e1veis a ele. Como est\u00e1 a discuss\u00e3o e os impactos que essa mudan\u00e7a trar\u00e1 para o trabalhador?<\/EM><\/STRONG><\/P><br \/>\n<P><STRONG><BR><\/STRONG>Artur Henrique da Silva Santos &#8211; Primeiro, que esse discurso dos empres\u00e1rios ligados a Fiesp (Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado de S\u00e3o Paulo) e a CNI (Confedera\u00e7\u00e3o Nacional da Ind\u00fastria) \u00e9 o mesmo que n\u00f3s ouv\u00edamos durante a Constitui\u00e7\u00e3o de 1988. Foi a \u00faltima vez que n\u00f3s tivemos redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho no Brasil. Portanto, h\u00e1 mais de 20 anos, quando se estabeleceu a redu\u00e7\u00e3o de jornada de 48 horas para 44 horas semanais. No per\u00edodo de duas d\u00e9cadas, os ganhos de produtividade que os v\u00e1rios setores empresariais tiveram &#8211; agricultura, com\u00e9rcio, servi\u00e7os e ind\u00fastria &#8211; foram enormes. S\u00f3 a ind\u00fastria, descontando a infla\u00e7\u00e3o, teve um aumento de 70% a 80% de produtividade nesses 20 anos, conquistados, por um lado, pelo avan\u00e7o da tecnologia. Hoje se fabrica um carro na metade do tempo que se fabricava h\u00e1 20 anos e com metade do n\u00famero de trabalhadores. Isso \u00e9 fruto, evidentemente, do avan\u00e7o da produtividade e que n\u00e3o foi repassado para o conjunto dos trabalhadores. Houve um ganho dos empres\u00e1rios, que \u00e9 facilmente demonstrado pela participa\u00e7\u00e3o na renda nacional do trabalho e do capital. Apesar de os trabalhadores terem conquistado aumento real nos \u00faltimos sete e oito anos, os ganhos n\u00e3o ampliaram a participa\u00e7\u00e3o do trabalho na renda nacional. H\u00e1 um ac\u00famulo de riqueza e renda por parte do capital que n\u00e3o foi distribu\u00eddo para os trabalhadores. O segundo ponto \u00e9 que, se for analisada a redu\u00e7\u00e3o da jornada de 44 para 40 horas semanais, o custo das empresas hoje n\u00e3o chegar\u00e1 a 2%. Veja que h\u00e1 empresas, principalmente de grande porte ou de setores de ponta, que j\u00e1 trabalham com jornada de 40 horas. O problema \u00e9 que isso n\u00e3o \u00e9 para todos os trabalhadores. H\u00e1 os outros setores &#8211; com\u00e9rcio, servi\u00e7os e constru\u00e7\u00e3o civil &#8211; nos quais os trabalhadores continuam com uma jornada muito al\u00e9m das 44 horas semanais.<\/P><br \/>\n<P><STRONG><EM>Mas os empres\u00e1rios dizem que a redu\u00e7\u00e3o ir\u00e1 gerar desemprego&#8230;<\/EM><\/STRONG><BR>O discurso de que a redu\u00e7\u00e3o vai gerar desemprego n\u00e3o \u00e9 verdade. A mudan\u00e7a vai gerar mais de 2 milh\u00f5es de novos trabalhadores com carteira assinada. N\u00f3s estamos procurando os empres\u00e1rios para discutir um tema comum aos dois lados, que \u00e9 a necessidade de se investir pesadamente em qualifica\u00e7\u00e3o profissional. E a pergunta que eu fa\u00e7o para eles \u00e9 exatamente a seguinte: como algu\u00e9m pode ter tempo de investir na sua qualifica\u00e7\u00e3o profissional se hoje, no Brasil, uma grande parte dos trabalhadores sai de casa \u00e0s cinco horas da manh\u00e3 e cada vez mais ele mora distante do seu local de trabalho? A pessoa tem que pegar uma condu\u00e7\u00e3o que demora duas horas para chegar ao seu local de trabalho por conta da falta de planejamento urbano. O trabalhador trabalha de segunda a sexta-feira at\u00e9 \u00e0s seis da tarde, quando ele n\u00e3o faz horas extras. A pessoa sai do trabalho e, para voltar \u00e0 sua casa, gasta mais duas horas e chega \u00e0s dez da noite. E aos s\u00e1bados ainda h\u00e1 o expediente das oito ao meio-dia. Quando as pessoas conseguem ter tempo para estudar? Como o trabalhador vai se qualificar? Os empres\u00e1rios t\u00eam que come\u00e7ar a perceber que n\u00f3s temos de ter menos tempo de trabalho para ter mais tempo de lazer, qualifica\u00e7\u00e3o profissional e para ficar com a fam\u00edlia. Surgem debates de porqu\u00ea h\u00e1 o aumento da viol\u00eancia, e o que se diz \u00e9 que os jovens est\u00e3o sem oportunidade, por um lado, e, de outro, eles est\u00e3o com mais problemas na fam\u00edlia. Como um homem ou uma mulher pode cuidar da fam\u00edlia se os dois trabalham mais de 12 ou 14 horas por dia? O que acontece hoje no Brasil \u00e9 que n\u00f3s n\u00e3o temos tempo para fazer mais nada do que trabalhar. N\u00f3s defendemos um novo modelo de desenvolvimento, e este tema est\u00e1 sendo debatido em v\u00e1rios lugares do mundo: \u00e9 preciso retomar a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho como centro de um novo modelo de desenvolvimento. N\u00e3o \u00e9 mais poss\u00edvel ter uma sociedade que vive para trabalhar, produzir e consumir do que jeito posto no modelo atual. Ele n\u00e3o se sustenta no tempo. <\/P><br \/>\n<P><STRONG><EM>Como resolver, ent\u00e3o, a quest\u00e3o da qualifica\u00e7\u00e3o profissional?<\/EM><\/STRONG><BR>H\u00e1 muitos empres\u00e1rios que est\u00e3o come\u00e7ando a fazer coro com essa vis\u00e3o de que a qualifica\u00e7\u00e3o profissional \u00e9 fundamental e que \u00e9 necess\u00e1rio utilizar uma parte do tempo em que as pessoas trabalham para que possam ser qualificar. Esse \u00e9 o debate que n\u00f3s queremos fazer com a sociedade. Da\u00ed a import\u00e2ncia dessa luta pela redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho. Os empres\u00e1rios conversaram conosco no in\u00edcio do m\u00eas, em um encontro no Congresso Nacional, e disseram que n\u00e3o queriam a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho em uma lei, mas, sim, em livre negocia\u00e7\u00e3o. N\u00f3s estamos agora procurando a CNI, porque queremos negociar para ver se \u00e9 s\u00f3 um discurso ou se existe o interesse na negocia\u00e7\u00e3o. N\u00f3s n\u00e3o temos problemas em fazer a negocia\u00e7\u00e3o diferenciada para determinado per\u00edodo. Poderia-se come\u00e7ar como uma jornada de 43 horas e ir reduzindo at\u00e9 chegar as 40 horas. O que n\u00e3o d\u00e1 \u00e9 para n\u00e3o considerarmos a redu\u00e7\u00e3o como uma pauta priorit\u00e1ria para o mundo de hoje. A pauta sindical tem esse tema como uma das prioridades.<\/P><br \/>\n<P><STRONG><EM>A qualifica\u00e7\u00e3o profissional tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 uma pauta que deve constar como uma pol\u00edtica de governo?<BR><\/EM><\/STRONG>Eu acho que sim. Mas veja que no Brasil, durante um determinado per\u00edodo de tempo, o Sesc (Servi\u00e7o Social do Com\u00e9rcio), Senai (Servi\u00e7o Nacional de Aprendizagem Industrial), Sesi (Servi\u00e7o Social da Ind\u00fastria) e outras institui\u00e7\u00f5es do Sistema S iam dar conta da qualifica\u00e7\u00e3o profissional. Eles s\u00e3o \u00f3rg\u00e3os da ind\u00fastria que recebem dinheiro p\u00fablico. O Sistema S, que tinha como tarefa fazer o debate da qualifica\u00e7\u00e3o profissional, ficou muito tempo sendo tocado pelos empres\u00e1rios absolutamente sem a participa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, inclusive, sem a discuss\u00e3o de que tipo de qualifica\u00e7\u00e3o n\u00f3s estamos fazendo. Para se ter uma ideia, o debate que estou tendo com os trabalhadores da \u00e1rea da constru\u00e7\u00e3o civil mostra que faltam pedreiros e mestres, que s\u00e3o fun\u00e7\u00f5es especializadas. Quando vou falar com os empres\u00e1rios, eles dizem que \u00e9 muito dif\u00edcil encontrar esses profissionais. Eles dizem que abrem uma vaga de pedreiro no Nordeste, mas n\u00e3o conseguem pessoas que queiram trabalhar. E eu sempre pergunto: como assim as pessoas n\u00e3o querem trabalhar? A resposta que ou\u00e7o \u00e9: n\u00e3o, porque tem o Bolsa Fam\u00edlia, o sal\u00e1rio m\u00ednimo e a aposentadoria. Mas a\u00ed eu pergunto quanto os empres\u00e1rios est\u00e3o pagando de sal\u00e1rio para esses trabalhadores e eles respondem R$ 510,00. Sempre digo a eles: por que os empres\u00e1rios n\u00e3o experimentam colocar R$ 750,00? Do ponto de vista tamb\u00e9m dos empres\u00e1rios, h\u00e1 de se ter uma vis\u00e3o de que \u00e9 preciso ampliar a renda. O debate sobre a qualifica\u00e7\u00e3o profissional passa pela negocia\u00e7\u00e3o com as empresas de aplica\u00e7\u00e3o de investimentos nessa \u00e1rea. Mas qual \u00e9 o grande problema? A rotatividade da m\u00e3o de obra. No Brasil, para se ter uma id\u00e9ia, em 2009, houve a contrata\u00e7\u00e3o de 16 milh\u00f5es de trabalhadores e 15 milh\u00f5es foram demitidos. Portanto, o saldo foi de 1 milh\u00e3o. Muito positivo. Mas 15 milh\u00f5es foram demitidos. Qual \u00e9 o perfil desses trabalhadores: 70% tinham menos de um ano de casa e 85% estavam no mesmo emprego h\u00e1 at\u00e9 dois anos. Isso significa que, hoje, a pessoa entra em uma empresa ganhando R$ 510,00 por m\u00eas. E quando ele passa a ganhar de R$ 750,00 a R$ 800,00, \u00e9 mandado embora para que a empresa contrate outro por R$ 500,00. Isso \u00e9 uma vis\u00e3o, na nossa opini\u00e3o, muito conservadora de parte grande do empresariado brasileiro, que n\u00e3o investe na manuten\u00e7\u00e3o dos seus trabalhadores e em qualifica\u00e7\u00e3o. Quem \u00e9 que vai investir em um trabalhador para ele ter uma carreira na empresa se h\u00e1 uma alta rotatividade da m\u00e3o de obra?<\/P><br \/>\n<P><STRONG><EM>Como o senhor v\u00ea o movimento sindical hoje, depois da crise econ\u00f4mica internacional do ano passado, visto que setores dentro do movimento criticaram a postura da CUT?<BR><\/EM><\/STRONG>Primeiro que a crise come\u00e7ou em setembro de 2008, com a quebra do Banco Lehman Brothers. Em setembro de 2008, n\u00f3s tivemos uma primeira diferencia\u00e7\u00e3o da atua\u00e7\u00e3o das centrais sindicais. A For\u00e7a Sindical chamou o presidente da Fiesp (Paulo Skaf) e apresentou, naquela oportunidade, uma proposta de que a crise era muito grave. A imprensa brasileira fazia uma campanha de que a crise seria avassaladora. N\u00f3s tivemos o presidente da For\u00e7a Sindical (Paulo Pereira da Silva) anunciando que ia ter 3 milh\u00f5es de desempregados e que era preciso fazer junto com a Fiesp uma campanha para reduzir jornada e junto o sal\u00e1rio. E ainda fazer uma flexibiliza\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es de trabalho. A \u00fanica central sindical que saiu dizendo que aquilo era um absurdo e que havia pessoas que queriam destruir o Brasil e a sociedade brasileira foi a CUT. Eu disse que era um bando de oportunistas. Falei tamb\u00e9m que o presidente da For\u00e7a Sindical estava fazendo um atua\u00e7\u00e3o que era de enorme preju\u00edzo para a classe trabalhadora do Brasil, pois n\u00f3s t\u00ednhamos que implementar uma agenda positiva. A segunda a\u00e7\u00e3o \u00e9 que a CUT saiu para fazer a primeira greve contra as demiss\u00f5es. Fomos para dentro do Conselho Econ\u00f4mico e Social do governo para falar que n\u00f3s quer\u00edamos uma agenda positiva. E ainda pressionamos o governo para tomar medidas em rela\u00e7\u00e3o ao enfrentamento da crise. Qual foi a medida? Redu\u00e7\u00e3o de IPI. A primeira redu\u00e7\u00e3o que teve n\u00e3o tinha contrapartida de emprego. Qual foi a central sindical que foi cobrar do governo Lula que o an\u00fancio da redu\u00e7\u00e3o estava correto, mas a forma estava errada? N\u00e3o foi a Intersindical, a Conlutas e menos ainda a For\u00e7a Sindical. Foi a CUT que foi defender que tivesse contrapartida com garantia de emprego.<\/P><br \/>\n<P align=right><EM>(Adriana Leite)<BR>DA AG\u00caNCIA ANHANGUERA<BR><\/EM><A href='mailto:aleite@rac.com.br'><EM>aleite@rac.com.br<\/EM><\/A><\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Confira a entrevista que o presidente da CUT Artur Henrique concedeu ao Jornal Correio Popular A discuss\u00e3o da redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho de 44 horas para 40 horas semanais<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[40],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7283"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=7283"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/7283\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=7283"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=7283"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=7283"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}