{"id":5699,"date":"2007-11-05T10:17:40","date_gmt":"2007-11-05T10:17:40","guid":{"rendered":"http:\/\/www.becodigital.com.br\/wordpress\/index.php\/lancamento-da-iv-marcha-da-classe-trabalhadora-2\/"},"modified":"2007-11-05T10:17:40","modified_gmt":"2007-11-05T10:17:40","slug":"lancamento-da-iv-marcha-da-classe-trabalhadora-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=5699","title":{"rendered":"Lan\u00e7amento da IV Marcha da Classe Trabalhadora"},"content":{"rendered":"<p class=\"caps\"><P>Na pr\u00f3xima quarta-feira, 7 de novembro, \u00e0s 10 horas, no audit\u00f3rio Petr\u00f4nio Portela, do Senado Federal, centenas de lideran\u00e7as de todo o pa\u00eds se far\u00e3o presentes ao lan\u00e7amento nacional da IV Marcha da Classe Trabalhadora, convocada pela CUT, FS, UGT, CGTB e NCST para o dia 5 de dezembro.<\/P><br \/>\n<P>Em entrevista para o Portal do Mundo do Trabalho, o presidente nacional da CUT, Artur Henrique, destaca o papel da mobiliza\u00e7\u00e3o unit\u00e1ria das centrais para o fortalecimento de pol\u00edticas p\u00fablicas e a\u00e7\u00f5es governamentais que priorizem a gera\u00e7\u00e3o de emprego e a distribui\u00e7\u00e3o de renda, e alerta para a necessidade da manuten\u00e7\u00e3o do acordo de reconhecimento das centrais firmado com o governo e bombardeado pela direita na C\u00e2mara Federal.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Qual o papel da a\u00e7\u00e3o unit\u00e1ria da pr\u00f3xima quarta-feira, em Bras\u00edlia, para a divulga\u00e7\u00e3o da IV Marcha da Classe Trabalhadora?<BR><\/STRONG>No dia 7 vamos estar envolvendo o conjunto das centrais sindicais no lan\u00e7amento da IV Marcha da Classe Trabalhadora, em Bras\u00edlia. A id\u00e9ia \u00e9 trabalhar uma manifesta\u00e7\u00e3o, uma a\u00e7\u00e3o que envolva o Congresso Nacional, a C\u00e2mara e o Senado. Como um dos principais temas da marcha deste ano se refere \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho sem redu\u00e7\u00e3o de sal\u00e1rio e mais e melhores empregos, o parlamento tem um papel fundamental como espa\u00e7o que pode acelerar uma s\u00e9rie de propostas, projetos e temas que est\u00e3o sendo historicamente engavetados no Congresso e que deveriam na nossa opini\u00e3o se transformar numa agenda positiva, que trabalhe a gera\u00e7\u00e3o de emprego formal e decente, as contrapartidas em termos de empr\u00e9stimos p\u00fablicos, tudo aquilo que a gente vem defendendo para o crescimento do pa\u00eds com valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho e distribui\u00e7\u00e3o de renda. Ent\u00e3o o dia 7 para n\u00f3s \u00e9 um momento de chamar a aten\u00e7\u00e3o da sociedade para fazer mais uma ocupa\u00e7\u00e3o pac\u00edfica do Congresso Nacional, \u00e9 uma possibilidade de demonstrar que as centrais sindicais estar\u00e3o no momento de prepara\u00e7\u00e3o da 4\u00aa Marcha, que se realizar\u00e1 no pr\u00f3ximo dia 5 de dezembro, com a finalidade de construir uma pauta positiva para os trabalhadores deste pa\u00eds.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Como a CUT v\u00ea a quest\u00e3o da Seguridade?<\/STRONG><BR>Em primeiro lugar \u00e9 bom ressaltar que o resultado do F\u00f3rum Nacional da Previd\u00eancia demonstrou que foi correta a nossa participa\u00e7\u00e3o e interven\u00e7\u00e3o. Colocamos as nossas posi\u00e7\u00f5es, n\u00e3o admitimos perda de direitos ou qualquer tentativa de retirada de direitos, mudamos o foco dos debates que estavam sendo feitos no interior do F\u00f3rum, demonstrando inclusive que h\u00e1 uma outra maneira de enxergar a quest\u00e3o da Seguridade Social, da necessidade de ter inclus\u00e3o previdenci\u00e1ria, crescimento econ\u00f4mico, formaliza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, e \u00e9 isso que vai garantir a sustentabilidade da Seguridade no futuro. Esse tema n\u00e3o termina com o F\u00f3rum. Na verdade ele tem continuidade. Vamos realizar um grande Semin\u00e1rio agora no final de novembro com o Cesit da Unicamp, dia 28, 29 e 30, envolvendo especialistas da Seguridade Social e das universidades, produzindo e debatendo com os trabalhadores uma s\u00e9rie de propostas que ser\u00e3o depois editadas em livro e distribu\u00eddas a todos os congressistas, deputados e senadores, colocando claramente a posi\u00e7\u00e3o das centrais e das universidades, de quem estuda o papel da Seguridade no desenvolvimento econ\u00f4mico, na diminui\u00e7\u00e3o da pobreza e da mis\u00e9ria. E tudo isso vai estar tamb\u00e9m na marcha como um dos elementos centrais que \u00e9 a defesa da Seguridade e das pol\u00edticas p\u00fablicas. Ent\u00e3o isso ajuda a ir construindo um processo de interven\u00e7\u00e3o qualificada do movimento sindical nestes temas que s\u00e3o do interesse do conjunto geral da classe trabalhadora.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Qual o papel da comunica\u00e7\u00e3o neste processo de sensibiliza\u00e7\u00e3o da base?<\/STRONG><BR>N\u00f3s temos que utilizar todos os meios de comunica\u00e7\u00e3o existentes na Central e nas nossas CUTs estaduais, nas nossas Confedera\u00e7\u00f5es e, principalmente, nos Sindicatos de base, onde se possa reproduzir para o conjunto dos trabalhadores que n\u00e3o est\u00e3o na estrutura dos Sindicatos, mas no dia-a-dia, a import\u00e2ncia dessa jornada, dessa Marcha Nacional do final do ano. N\u00e3o adianta ser um movimento de c\u00fapula, de dirigentes das centrais sindicais, t\u00eam de ser um movimento onde a base dos trabalhadores perceba a import\u00e2ncia de lutar pela amplia\u00e7\u00e3o dos direitos, lutar por mais empregos, lutar por mais investimentos em pol\u00edticas p\u00fablicas como seguridade social, educa\u00e7\u00e3o, e ao mesmo tempo envolver o conjunto da classe trabalhadora, atrav\u00e9s evidentemente pelos nossos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o \u00e9 fundamental que as CUTs estaduais, os nossos Sindicatos, as nossas Confedera\u00e7\u00f5es, reproduzam, divulguem e utilizem amplamente os materiais de divulga\u00e7\u00e3o.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>E os espa\u00e7os na chamada &#8216;grande imprensa&#8217;?<\/STRONG><BR>N\u00f3s temos um processo no Brasil, onde a gente vem lutando pela democratiza\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o. Esta \u00e9 uma necessidade do movimento social e do movimento sindical, e da pr\u00f3pria sociedade brasileira como um todo: ter uma imprensa, uma comunica\u00e7\u00e3o que, no m\u00ednimo, d\u00ea espa\u00e7o ao contradit\u00f3rio. Se ela n\u00e3o pode ser imparcial, ou se \u00e9 dif\u00edcil ser imparcial por conta dos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, ela no m\u00ednimo tem que mostrar o outro lado. Estou lembrando aqui das Diretas J\u00e1, onde foi preciso botar um milh\u00e3o de pessoas, depois de 8, 9 ou dez grandes com\u00edcios, para uma televis\u00e3o como a Rede Globo anunciar que a popula\u00e7\u00e3o estava se mobilizando pelas Diretas. Mas esta j\u00e1 era uma mobiliza\u00e7\u00e3o de anos. Ou seja, n\u00e3o \u00e9 um problema de agora, desta conjuntura, desta hist\u00f3ria, \u00e9 algo que vem j\u00e1 de muito tempo no pa\u00eds e que mostra uma posi\u00e7\u00e3o da m\u00eddia. Estive recentemente na Europa e l\u00e1, vendo televis\u00e3o no hotel em Portugal e na Espanha, com programas discutindo a quest\u00e3o das aposentadorias e da seguridade, debates sobre jornada de trabalho, imigra\u00e7\u00e3o, v\u00e1rios canais de televis\u00e3o abriam espa\u00e7o para pessoas do governo, do movimento social, das centrais sindicais portuguesas e espanholas, que falavam sobre temas em canais que estavam ali, \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o. Ent\u00e3o voc\u00ea tem outra cultura do ponto de vista da comunica\u00e7\u00e3o, bem diferente daqui do Brasil, onde fazemos grandes mobiliza\u00e7\u00f5es como a do 15 de agosto que n\u00e3o s\u00e3o noticiadas, enquanto uma de duas mil pessoas que ataca o governo ou faz qualquer tipo de cr\u00edtica a uma determinada medida que seja de interesse dos donos dos ve\u00edculos, se faz um grande estardalha\u00e7o na imprensa. N\u00f3s n\u00e3o queremos que saia s\u00f3 aquilo que a gente fale, n\u00e3o. Estamos falando de democracia, de liberdade, que se exponha as v\u00e1rias vis\u00f5es sobre as coisas que est\u00e3o acontecendo no mundo para que o leitor, o ouvinte e o telespectador possam ter vis\u00e3o cr\u00edtica e decidir, pessoalmente inclusive, sobre aquilo que est\u00e1 sendo dito. Mas ele est\u00e1 recebendo apenas um lado das mat\u00e9rias, que n\u00e3o mostram esta diversidade. H\u00e1 in\u00fameros exemplos.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Cite um.<\/STRONG><BR>Ontem (31\/10) foi o \u00faltimo dia do F\u00f3rum Nacional da Previd\u00eancia. Tinham mais de 50 jornalistas da televis\u00e3o, do r\u00e1dio e dos jornais cobrindo. Como o F\u00f3rum fechou de uma forma onde a imprensa &#8211; ou parte dela &#8211; queria ver decis\u00f5es que seriam colocadas como &#8216;Centrais Sindicais abrem m\u00e3o de direitos&#8217;, e isso n\u00e3o aconteceu, n\u00e3o saiu absolutamente nada no F\u00f3rum, apesar de uma entrevista coletiva com a bancada dos trabalhadores, dos empregadores e do governo, de mais de tr\u00eas horas, com 50 jornalistas. Ent\u00e3o \u00e9 evidente que os jornalistas que estiveram l\u00e1 fizeram a mat\u00e9ria, com perguntas sobre a posi\u00e7\u00e3o das bancadas. Mas ao chegar nas editorias das r\u00e1dios, dos jornais e da televis\u00e3o isso foi evidentemente cortado, porque n\u00e3o interessa dar uma mat\u00e9ria que o F\u00f3rum construiu v\u00e1rios consensos importantes como o Conselho Nacional de Seguridade Social. N\u00e3o saiu publicado pois o resultado n\u00e3o foi aquele que os donos dos ve\u00edculos queriam.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Houve uma tentativa na \u00faltima semana dos editoriais dos grandes jornais de pautarem a posi\u00e7\u00e3o da CUT, particularmente sobre a reforma sindical, tentando justificar a posi\u00e7\u00e3o capitaneada pelo deputado Augusto Carvalho (PPS-DF) contra o acordo das centrais com o governo. O que achas disso?<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Este \u00e9 um debate que finalmente chega, infelizmente de forma atravessada pelos ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, para a sociedade brasileira. Primeiro: foi feito um acordo e este acordo tinha quatro pontos. Ent\u00e3o \u00e9 preciso esclarecer e deixar muito claro para o conjunto da base da CUT que, mantendo os princ\u00edpios cutistas, princ\u00edpios inclusive desde o seu nascimento, este acordo tinha quatro pontos que para n\u00f3s precisam ser mantidos. O primeiro deles \u00e9 o reconhecimento das centrais. O segundo \u00e9 a transi\u00e7\u00e3o de que enquanto existir o Imposto Sindical, parte dele vem para as centrais, 10% da parte que ia para o Minist\u00e9rio do Trabalho. O terceiro \u00e9 que os Sindicatos devem indicar as Federa\u00e7\u00f5es e Confedera\u00e7\u00f5es as quais ele quer que o dinheiro descontado dos trabalhadores seja repassado. E o quarto, e que pouca gente fala, \u00e9 o compromisso das Centrais em estabelecer uma nova forma de financiamento do movimento sindical com base naquilo que foi discutido no F\u00f3rum Nacional do Trabalho.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>O que foi discutido no FNT?<\/STRONG><BR>Acabar com o Imposto Sindical, transitoriamente, e colocar imediatamente no lugar uma contribui\u00e7\u00e3o da negocia\u00e7\u00e3o coletiva, que tem de ser aprovada pelos trabalhadores s\u00f3cios ou n\u00e3o-s\u00f3cios na assembl\u00e9ia que ser\u00e1 chamada pelo Sindicato para discutir a cobran\u00e7a ou n\u00e3o da negocia\u00e7\u00e3o coletiva. \u00c9 a decis\u00e3o democr\u00e1tica, s\u00e3o os pr\u00f3prios trabalhadores, quem devem decidir sobre o financiamento da estrutura sindical brasileira.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>E o que aconteceu na C\u00e2mara?<\/STRONG><BR>O problema que houve na C\u00e2mara \u00e9 que um deputado do PPS ao apresentar sua emenda ela n\u00e3o s\u00f3 desrespeita o acordo, mas procura confundir a opini\u00e3o p\u00fablica, inclusive alguns dirigentes sindicais acabam entrando nesse embate, que \u00e9 dizer que ele est\u00e1 sendo favor\u00e1vel portanto ao fim do imposto, que \u00e9 uma bandeira hist\u00f3rica da CUT, e que portanto todo mundo deveria apoiar esta emenda. A CUT defende o Imposto Sindical, mas defende tamb\u00e9m a Organiza\u00e7\u00e3o por Local de Trabalho, defende tamb\u00e9m uma legisla\u00e7\u00e3o contra pr\u00e1ticas anti-sindicais. Isso tudo estava na proposta da CUT desde o seu nascimento, e tamb\u00e9m na sua proposta de sistema democr\u00e1tico de rela\u00e7\u00f5es do trabalho. Porque uma coisa tem de ficar muito clara: quando se fala em acabar com o Imposto, estamos dizendo que vai sobreviver entidade que tem s\u00f3cio e que portanto presta um bom servi\u00e7o na campanha salarial, defende os interesses dos trabalhadores, consegue construir uma base de apoio. Mas para isso, ele precisa ter espa\u00e7o para fazer campanha de sindicaliza\u00e7\u00e3o, portanto precisamos ter Organiza\u00e7\u00e3o por Local de Trabalho, porque ningu\u00e9m faz campanha de sindicaliza\u00e7\u00e3o da porta pra fora. Ent\u00e3o o debate que n\u00f3s temos que colocar na sociedade brasileira \u00e9: aqueles que agora se chamam de defensores do imposto sindical querem na verdade, ao fazer apenas a proposta do fim do Imposto, sem a garantia da a\u00e7\u00e3o sindical, que n\u00f3s defendemos, n\u00e3o levam em conta que os sindicalistas no Brasil n\u00e3o t\u00eam acesso ao local de trabalho, n\u00e3o t\u00eam uma legisla\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas anti-sindicais&#8230; Esquecem que no Brasil ainda temos dirigentes sindicais assassinados, mortos, detidos. Onde os trabalhadores t\u00eam medo de se sindicalizar porque a empresa persegue, dizendo que vai mand\u00e1-los embora. N\u00f3s n\u00e3o temos o reconhecimento da Conven\u00e7\u00e3o 158 da OIT, que proteja a rela\u00e7\u00e3o de trabalho. Ent\u00e3o \u00e9 um conjunto de coisas que n\u00e3o pode estar dissociado.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Em suma, uma canoa furada&#8230;<\/STRONG><BR>\u00c9 um discurso rasteiro, aparentemente de esquerda, por acabar com o Imposto, mas a quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 essa. Temos de acabar com o imposto, colocar a contribui\u00e7\u00e3o negocial no lugar, garantindo a OLT e leis contra pr\u00e1ticas anti-sindicais. \u00c9 isto o que vai fortalecer na nossa opini\u00e3o, a estrutura sindical brasileira. E n\u00e3o, em nossa opini\u00e3o, como fez o deputado, acabar s\u00f3 com o dinheiro dos Sindicatos, sem colocar nada no lugar e sem acabar com o dinheiro dos empres\u00e1rios. A estrutura sindical brasileira tem dinheiro para os Sindicatos e tamb\u00e9m para os empres\u00e1rios, mantendo um desn\u00edvel do ponto de vista da estrutura sindical e n\u00e3o apresenta nada no sentido de ampliar a liberdade e a democracia nas rela\u00e7\u00f5es de trabalho. \u00c9 preciso muito cuidado neste debate, sen\u00e3o a gente acaba fazendo um discurso muito principista, sem saber o que est\u00e1 em jogo por detr\u00e1s. Basta ver quem \u00e9 a turma contra o acordo, para saber qual \u00e9 o lado do campo que devemos ocupar. Eu terminaria dizendo o seguinte: onde estava o PSDB, o PPS, o DEM, este deputado, os ve\u00edculos de comunica\u00e7\u00e3o, quando a CUT defendia no F\u00f3rum Nacional do Trabalho acabar com o Imposto Sindical e implementar a contribui\u00e7\u00e3o da negocia\u00e7\u00e3o coletiva? Estavam criticando a CUT e o que est\u00e1vamos debatendo no F\u00f3rum. Se os &#8216;defensores&#8217; do fim do Imposto, e digo defensores com todas as aspas, tivessem apoiado que a proposta do F\u00f3rum estava correta, talvez hoje j\u00e1 tiv\u00e9ssemos o fim do Imposto Sindical, a Organiza\u00e7\u00e3o no Local de Trabalho, Lei de Pr\u00e1ticas Anti-Sindicais e Contribui\u00e7\u00e3o da Negocia\u00e7\u00e3o Coletiva. Este para n\u00f3s continua sendo o objetivo. No dia 7, vamos defender o acordo, porque \u00e9 preciso ter claro, n\u00e3o s\u00f3 em nome da unidade das centrais, mas em nome de qualquer dirigente sindical que queira ser respeitado enquanto interlocutor. Temos que respeitar os acordos e isso \u00e9 o que defende qualquer dirigente s\u00e9rio do nosso pa\u00eds. Esta \u00e9 uma quest\u00e3o de princ\u00edpio. O acordo tinha quatro pontos e se est\u00e1 falando em apenas um. Vamos introduzir conforme proposta da CUT no F\u00f3rum Nacional do Trabalho, o fim do Imposto Sindical e a Contribui\u00e7\u00e3o da Negocia\u00e7\u00e3o Coletiva. Esta para n\u00f3s \u00e9 uma bandeira importante a ser defendida no pr\u00f3ximo dia 7 em Bras\u00edlia, quando vai ser debatida no Senado a legisla\u00e7\u00e3o, o projeto que regulamenta as centrais sindicais. <EM>(Por: Leonardo Severo)<\/EM><\/P><br \/>\n<P>&nbsp;<\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na pr\u00f3xima quarta-feira, 7 de novembro, \u00e0s 10 horas, no audit\u00f3rio Petr\u00f4nio Portela, do Senado Federal, centenas de lideran\u00e7as de todo o pa\u00eds se far\u00e3o presentes ao lan\u00e7amento nacional da<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[40],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5699"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5699"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5699\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5699"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5699"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5699"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}