{"id":5609,"date":"2007-09-14T17:10:50","date_gmt":"2007-09-14T17:10:50","guid":{"rendered":"http:\/\/www.becodigital.com.br\/wordpress\/index.php\/em-um-ano-rendimento-do-trabalhador-subiu-72-aponta-ibge-2\/"},"modified":"2007-09-14T17:10:50","modified_gmt":"2007-09-14T17:10:50","slug":"em-um-ano-rendimento-do-trabalhador-subiu-72-aponta-ibge-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=5609","title":{"rendered":"Em um ano, rendimento do trabalhador subiu 7,2%, aponta IBGE"},"content":{"rendered":"<p class=\"caps\"><P><STRONG>Rendimento m\u00e9dio mensal \u00e9 de R$ 883,00<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>Os trabalhadores brasileiros tiveram aumento de 7,2% em seus rendimentos de 2005 para 2006, passando a ganhar, em m\u00e9dia, R$883 por m\u00eas. O resultado foi revelado na Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (Pnad) 2006, divulgada nesta sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Economia e Estat\u00edstica (IBGE). <\/P><br \/>\n<P>Segundo o IBGE, o rendimento m\u00e9dio mensal dos trabalhadores cresceu 7,2%, em 2006, na compara\u00e7\u00e3o com 2005, passando de R$ 824 para R$ 883. Foi o maior crescimento nessa compara\u00e7\u00e3o desde 1995. Um dos fatores determinantes para esse crescimento foi o ganho real do sal\u00e1rio m\u00ednimo, de 13,3% em 2006, frente a 2005. <\/P><br \/>\n<P>Os maiores ganhos no rendimento foram registrados na regi\u00e3o Nordeste, com 12,1%, e na regi\u00e3o Norte com 7,1%. No Sudeste, o aumento foi de 6,6%, seguido de 5,5% na regi\u00e3o Sul e 4,9% no Centro-Oeste. <\/P><br \/>\n<P>A pesquisa ainda mostra que de cada cinco novos postos de trabalho criados, em 2006, tr\u00eas eram com carteira assinada. No entanto, 49,1 milh\u00f5es de pessoas ainda s\u00e3o trabalhadores informais. A quantidade de trabalhadores com carteira assinada subiu 4,71%, de 28,827 milh\u00f5es para 30,185 milh\u00f5es e representavam em 2006 33,8% do total de trabalhadores ocupados, contra 33,1% em 2005. <\/P><br \/>\n<P>A queda do contingente dos trabalhadores n\u00e3o-remunerados pode ser explicada pelo recuo de 22,5% para 20,6% deste segmento entre os trabalhadores agr\u00edcolas ocupados.<\/P><br \/>\n<P>Apesar do aumento de carteiras assinadas, o setor agr\u00edcola sofreu uma redu\u00e7\u00e3o de mais de meio milh\u00e3o de trabalhadores em um ano. Em 2005, 17,8 milh\u00f5es de pessoas trabalhavam no setor, j\u00e1 no ano passado este n\u00famero caiu para 17,2 milh\u00f5es. <\/P><br \/>\n<P>A pesquisa apontou tamb\u00e9m o crescimento da participa\u00e7\u00e3o de trabalhadores experientes no mercado de trabalho. O percentual de ocupados de 40 a 49 anos, passou de 20,5 em 2005 para 20,8 em 2006.<\/P><br \/>\n<P>Outro dado revelado pelo IBGE aponta que 51,2% da popula\u00e7\u00e3o ocupada no Pa\u00eds n\u00e3o contribu\u00eda para Previd\u00eancia Social em 2006, ou seja, do total de 89,3 milh\u00f5es de ocupados, 43,6 milh\u00f5es eram contribuintes e 45,7 milh\u00f5es eram n\u00e3o-contribuintes.<\/P><br \/>\n<P>A Pnad 2006 aponta que houve aumento significativo no n\u00famero de crian\u00e7as de 5 e 6 anos na escola, ca\u00edram as taxas de analfabetismo e cresceu a m\u00e9dia de estudo da popula\u00e7\u00e3o. Houve redu\u00e7\u00e3o no trabalho infantil. Mas, 5,1 milh\u00f5es de crian\u00e7as e adolescentes entre 5 e 17 anos ainda trabalham no pa\u00eds, representando 5,7% da popula\u00e7\u00e3o economicamente ativa. <\/P><br \/>\n<P>A Pnad entrevistou 410.241 pessoas, em 145.547 domic\u00edlios em todo o Brasil.<\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rendimento m\u00e9dio mensal \u00e9 de R$ 883,00 Os trabalhadores brasileiros tiveram aumento de 7,2% em seus rendimentos de 2005 para 2006, passando a ganhar, em m\u00e9dia, R$883 por m\u00eas. 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