{"id":51574,"date":"2021-07-27T14:43:18","date_gmt":"2021-07-27T17:43:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinergiacut.org.br\/?p=51574"},"modified":"2021-07-27T14:44:44","modified_gmt":"2021-07-27T17:44:44","slug":"brasileiros-voltam-a-passar-fome-depois-que-pt-saiu-do-poder","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=51574","title":{"rendered":"Brasileiros voltam a passar fome depois que PT saiu do poder"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"caps\">No governo do desprezo com as quest\u00f5es sociais, aumenta a fome, a mis\u00e9ria e at\u00e9 a venda de produtos de segunda, como o arroz quebrado e o feij\u00e3o bandinha, em \u00e9pocas normais destinados, na maioria das vezes, \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o animal, e o povo chega a fazer fila para pegar ossos que um a\u00e7ougue ia jogar fora.<\/p>\n\n\n\n<p>Diversas pesquisas mostram que 55,2% da popula\u00e7\u00e3o brasileira n\u00e3o comem as tr\u00eas refei\u00e7\u00f5es di\u00e1rias necess\u00e1rias;&nbsp; que em cinco anos subiu de 10 milh\u00f5es para 19 milh\u00f5es, o n\u00famero de brasileiros passando fome, sem nenhuma refei\u00e7\u00e3o, e que de 4,2%&nbsp; (2013) subiu para 9% (2020), o \u00edndice dos que n\u00e3o t\u00eam o que comer.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse \u00e9 o resultado das medidas perversas do governo de Jair Bolsonaro (ex-PSL), que acabou com o Conselho de Seguran\u00e7a Alimentar Nutricional (Consea), criado em 1993, extinto dois anos depois, e recriado por Lula em 2003, assim que assumiu a presid\u00eancia da Rep\u00fablica, em 2019.<\/p>\n\n\n\n<p>Bolsonaro ainda continuou o desmonte das pol\u00edticas p\u00fablicas importantes que atendiam aos mais vulner\u00e1veis, iniciado por Michel Temer (MDB-SP), logo ap\u00f3s o golpe de 2016.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses desmontes, mais do que a pandemia da Covid-19, s\u00e3o os respons\u00e1veis pela situa\u00e7\u00e3o de mis\u00e9ria da popula\u00e7\u00e3o mais vulner\u00e1vel, avaliam a ex-ministra de Combate \u00e0 Fome, Tereza Campello, o ex-presidente do Consea, Francisco Menezes, e o diretor de Ci\u00eancia e Tecnologia do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio (Sinpaf) , M\u00e1rio Artemio Urchei.<\/p>\n\n\n\n<p>Os tr\u00eas refor\u00e7am que o alto \u00edndice de desemprego que atinge 14,7% da popula\u00e7\u00e3o, a manuten\u00e7\u00e3o do mesmo valor do Bolsa Fam\u00edlia, a alta da infla\u00e7\u00e3o, especialmente dos alimentos e a redu\u00e7\u00e3o do aux\u00edlio emergencial de R$ 600 para R$ 150, em m\u00e9dia, s\u00e3o, mais do que a pandemia, respons\u00e1veis pelo aumento da fome durante o governo Bolsonaro.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA pandemia sozinha n\u00e3o causou o crescimento da fome, ela s\u00f3 aumentou a gravidade do que j\u00e1 vinha ocorrendo, com o desmonte de pol\u00edticas p\u00fablicas\u201d, diz Menezes.<\/p>\n\n\n\n<p>Tereza Campello refor\u00e7a que o problema est\u00e1 nos governos posteriores aos do PT. Para ela, fome \u00e9 resultado do agravamento do desemprego , que j\u00e1 havia piorado antes da pandemia.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm janeiro de 2020 j\u00e1 eram 11 milh\u00f5es de desempregados, a economia j\u00e1 tinha estagnado, j\u00e1 existia o desmonte do Consea, do SUS, da assist\u00eancia social, e a popula\u00e7\u00e3o ainda ficou tr\u00eas meses sem o aux\u00edlio emergencial\u201d, diz Tereza.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p><strong>Quem perdeu o emprego e ficou sem aux\u00edlio j\u00e1 vendeu a TV, a bicicleta, gastou as reservas para comer, e est\u00e1 morando nas ruas<\/strong><\/p><p><strong><em>&#8211; Tereza Campello<\/em><\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>A afirma\u00e7\u00e3o da ex-ministra \u00e9 comprovada por pesquisas que mostram que desde o governo do golpista Michel Temer at\u00e9 hoje, a fome e a inseguran\u00e7a alimentar leve e moderada no pa\u00eds s\u00f3 aumentaram.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa \u201c<a href=\"https:\/\/admin.cut.org.br\/system\/uploads\/ck\/Ebia%202017%202018.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Or\u00e7amento Familiares, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE)<\/a>\u201d, que abrangeu os anos do governo Temer, de 2017\/2018, mas publicada somente em 2020, mostra que comparando com 2013, a <strong>inseguran\u00e7a alimentar leve<\/strong> teve um aumento de 62,2%. Entre 2013 e 2018, houve aumento das preval\u00eancias dos graus mais severos. A inseguran\u00e7a <strong>alimentar moderada<\/strong> subiu 76,1% e a mais <strong>grave (fome),<\/strong> 43,7%. A pesquisa \u00e9 feita a cada cinco anos, e por isso compara o ano de 2013 com 2018.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outra pesquisa mais recente feita no ano passado, com a mesma metodologia do IBGE, mostra que no governo Bolsonaro a fome tamb\u00e9m avan\u00e7ou. O&nbsp;<a href=\"https:\/\/admin.cut.org.br\/system\/uploads\/ck\/VIGISAN_Inseguranca_alimentar.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Inqu\u00e9rito Nacional sobre Inseguran\u00e7a Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil<\/a>, da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Seguran\u00e7a Alimentar e Nutricional ( Penssan), feita pelo Instituto Vox Populi, mostra que mais da metade da popula\u00e7\u00e3o convive com algum grau de inseguran\u00e7a alimentar leve, moderada ou grave.<\/p>\n\n\n\n<p>Do total de 211,7 milh\u00f5es de pessoas, 116,8 milh\u00f5es est\u00e3o nesta situa\u00e7\u00e3o. Destes, 43,4 milh\u00f5es n\u00e3o contavam com alimentos em quantidade suficiente para atender suas necessidades ( moderada ou&nbsp; grave). Tiveram que conviver e enfrentar a fome, 19 milh\u00f5es de brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<h6>Imagem: <strong>Penssan<a rel=\"noreferrer noopener\" href=\"https:\/\/admin.cut.org.br\/system\/uploads\/ck\/quadro%20fome.jpg\" target=\"_blank\"><\/a><\/strong><\/h6>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img width=\"620\" height=\"469\" src=\"https:\/\/www.sinergiacut.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/systemuploadsckquadro20fomejpg-620x469xfit-da748.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-51575\" srcset=\"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/systemuploadsckquadro20fomejpg-620x469xfit-da748.jpg 620w, https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/systemuploadsckquadro20fomejpg-620x469xfit-da748-300x227.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 620px) 100vw, 620px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Segundo Francisco Menezes, esta \u00faltima pesquisa \u00e9 importante porque abrange o ano de 2020, da pandemia, e o per\u00edodo em que o governo reduziu o valor do aux\u00edlio emergencial.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cSe considerarmos as tr\u00eas modalidades de inseguran\u00e7a alimentar: leve, moderada e grave, mais da metade da popula\u00e7\u00e3o brasileira est\u00e1 em situa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a alimentar, e esses \u00edndices devem aumentar quando for pesquisado o ano de 2021, diz Francisco Menezes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Medidas de combate \u00e0 fome<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A ex-ministra Tereza Campello ressalta que n\u00e3o \u00e9 pedindo donativos que a fome vai desaparecer. S\u00e3o as pol\u00edticas p\u00fablicas que precisam ser retomadas. Para ela, a caridade, a filantropia e a solidariedade s\u00e3o importantes, mas o n\u00edvel de drama por que o pa\u00eds passa, essas atitudes s\u00e3o insuficientes.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNingu\u00e9m consegue com solidariedade enfrentar esta dimens\u00e3o, n\u00e3o resolve nem 10% do problema. A fome atinge mais brasileiros do que a popula\u00e7\u00e3o da Argentina inteira. Quando se fala em inseguran\u00e7a alimentar estamos falando de crian\u00e7as que passam fome e quem n\u00e3o come o suficiente passa fome tamb\u00e9m\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Para ela, s\u00f3 com politicas p\u00fablicas emergenciais, como a retomada do aux\u00edlio em R$ 600, bandeira tamb\u00e9m defendida pela CUT, e a\u00e7\u00f5es da alimenta\u00e7\u00e3o escolar, com a retomada da aquisi\u00e7\u00e3o de alimentos e outras pol\u00edticas estruturais, a fome poder\u00e1 ser reduzida.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO governo al\u00e9m de reduzir o valor, excluiu 29 milh\u00f5es de pessoas do aux\u00edlio emergencial. A economia n\u00e3o retomou para que tanta gente fosse retirada do programa\u201d, critica Campello, ao lembrar que caiu de 68 milh\u00f5es para 39 milh\u00f5es,&nbsp; o n\u00famero de pessoas que recebem o aux\u00edlio emergencial.<\/p>\n\n\n\n<p>O controle dos pre\u00e7os dos alimentos b\u00e1sicos como o arroz e o feij\u00e3o e a entrega de alimentos nas escolas s\u00e3o defendidos por Francisco Menezes,&nbsp; como forma de atenuar a fome dos brasileiros.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEst\u00e3o vendendo arroz e feij\u00e3o quebrados, as escolas deixaram de fornecer alimenta\u00e7\u00e3o para as crian\u00e7as. \u00c9 preciso que essas crian\u00e7as voltem a ser atendidas com comida. Dar um voucher para a m\u00e3e n\u00e3o resolve porque ela n\u00e3o vai conseguir comprar no mercadinho perto da casa dela, o mesmo tipo de alimenta\u00e7\u00e3o que a escola oferece\u201d, defende Menezes.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Fome leva brasileiros a comprar arroz quebradinho e o feij\u00e3o bandinha<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A compra do arroz quebradinho e do feij\u00e3o bandinha (tamb\u00e9m quebrado), como s\u00e3o conhecidos esses produtos de segunda linha sempre existiu, mas agora com a disparada dos pre\u00e7os dos alimentos e a crise econ\u00f4mica,&nbsp; agravada pela pandemia, se tornou evidente, diz o diretor de Ci\u00eancia e Tecnologia do Sindicato Nacional dos Trabalhadores em Pesquisa e Desenvolvimento Agropecu\u00e1rio (Sinpaf) e pesquisador da Embrapa, M\u00e1rio Artemio Urchei.<\/p>\n\n\n\n<p>Ele explica que o valor nutricional desses alimentos \u00e9 o mesmo dos demais, mas que o aumento da venda desses produtos que s\u00e3o destinados, na maioria das vezes, \u00e0 alimenta\u00e7\u00e3o animal, mostra a que ponto chegou a&nbsp; exclus\u00e3o e a concentra\u00e7\u00e3o de renda no Brasil.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p><strong>O Brasil tem 215 milh\u00f5es de cabe\u00e7as de gado, o mesmo n\u00famero da popula\u00e7\u00e3o, \u00e9 tamb\u00e9m um dos maiores produtores de carne su\u00edna, de aves, de soja e milho do mundo, e ainda assim aumenta a fome e a mis\u00e9ria com gente comendo osso de boi. Isto \u00e9 assustador<\/strong><\/p><p><strong><em>&#8211; M\u00e1rio Artemio Urchei<\/em><\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>Segundo o dirigente, isto \u00e9 resultado da concentra\u00e7\u00e3o de terra, da falta de pol\u00edticas para a reforma agr\u00e1ria, de recursos para a agricultura familiar, que n\u00e3o \u00e9 o agroneg\u00f3cio.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cA agricultura familiar est\u00e1 sem apoio, sem cr\u00e9dito, os recursos do PNAE [Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar]ca\u00edram quase a zero. Se somarmos a isto \u00e0s queimadas no Pantanal e o desmatamento da Amaz\u00f4nia e as consequ\u00eancias clim\u00e1ticas dos ataques ao meio ambiente, teremos um futuro ainda incerto\u201d, diz M\u00e1rio.<\/p>\n\n\n\n<p>O diretor do Sinpaf , ressalta que somente o papel da Embrapa, de pesquisas para o aumento da produ\u00e7\u00e3o e da diminui\u00e7\u00e3o dos custos na agricultura n\u00e3o s\u00e3o suficientes para resolver a fome. \u00c9 preciso pol\u00edticas de estoques de alimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c Apesar da pesquisa na agropecu\u00e1ria, se n\u00e3o houver pol\u00edticas p\u00fablicas que retomem a economia, que gere empregos para os quase 15 milh\u00f5es de desempregados, os seis milh\u00f5es de desalentados e os 34 milh\u00f5es de brasileiros na informalidade, a fome vai continuar batendo na porta, por culpa<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Combate \u00e0 fome era prioridade nos governos do PT<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Desde que Lula assumiu&nbsp; sua prioridade foi o enfrentamento \u00e0 fome, diz o ex- presidente do Consea.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p><strong>O sucesso de Lula no combate \u00e0 fome foi ter fortalecido o emprego formal, com carteira assinada, o que reduziu a extrema pobreza, e a pol\u00edtica de valoriza\u00e7\u00e3o do sal\u00e1rio m\u00ednimo, al\u00e9m das pol\u00edticas de seguran\u00e7a alimentar com a aquisi\u00e7\u00e3o de alimentos da agricultura familiar e da reformula\u00e7\u00e3o do PNAE<\/strong><\/p><p><strong><em>&#8211; Francisco Menezes<\/em><\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>J\u00e1 no governo Dilma, segundo Menezes,&nbsp; a dificuldade imposta por boa parte do Congresso Nacional, que j\u00e1 preparava o impeachment ,acabou por reduzir drasticamente o or\u00e7amento, e o que se viu ap\u00f3s o golpe foi a aprova\u00e7\u00e3o do Teto de Gastos P\u00fablicos que congelou at\u00e9 2036 os investimentos do governo.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c Nos anos seguintes come\u00e7ou a crescer a pobreza e a extrema pobreza aceleradamente, e mesmo assim o governo Bolsonaro mantem o mesmo or\u00e7amento para o Bolsa Fam\u00edlia. Se h\u00e1 mais pobres, mais miser\u00e1veis \u00e9 preciso que cres\u00e7a o or\u00e7amento do programa\u201d, afirma o ex-presidente do Consea.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p><strong>Bolsonaro deve esperar at\u00e9 o ultimo dia para reajustar o Bolsa Fam\u00edlia, em fun\u00e7\u00e3o da elei\u00e7\u00e3o de 2022<\/strong><\/p><p><strong><em>&#8211; Francisco Menezes<\/em><\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p><strong>O Mapa da Fome<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO) considera como indicador do Mapa da Fome , quando 5% ou mais da popula\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds, est\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de subalimenta\u00e7\u00e3o. O Brasil saiu do Mapa da Fome em 2014, no governo Dilma Rousseff ( PT).<\/p>\n\n\n\n<p>\u201c A FAO ainda n\u00e3o fez nova pesquisa sobre a fome no Brasil, mas a julgar pelos \u00edndices pesquisados pelo IBGE, posso afirmar que voltamos ao mapa da fome\u201d, diz Francisco Menezes, que hoje atua como consultor de pol\u00edticas p\u00fablicas da Action AID, uma federa\u00e7\u00e3o que congrega diversas ONGs pelo mundo.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote\"><p><strong>O pa\u00eds vive uma regress\u00e3o, uma toler\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 fome, pela atua\u00e7\u00e3o criminosa deste governo<\/strong><\/p><p><strong><em>&#8211; Francisco Menezes<\/em><\/strong><\/p><\/blockquote>\n\n\n\n<p>*Edi\u00e7\u00e3o: Marize Muniz<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Escrito por: Rosely Rocha<\/strong> <strong>| CUT<\/strong><br><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No governo do desprezo com as quest\u00f5es sociais, aumenta a fome, a mis\u00e9ria e at\u00e9 a venda de produtos de segunda, como o arroz quebrado e o feij\u00e3o bandinha, em<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":51576,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[40],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/51574"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=51574"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/51574\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/51576"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=51574"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=51574"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=51574"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}