{"id":5095,"date":"2007-01-25T18:16:24","date_gmt":"2007-01-25T18:16:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.becodigital.com.br\/wordpress\/index.php\/emprego-com-carteira-assinada-cresce-133-no-primeiro-governo-lula-2\/"},"modified":"2007-01-25T18:16:24","modified_gmt":"2007-01-25T18:16:24","slug":"emprego-com-carteira-assinada-cresce-133-no-primeiro-governo-lula-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=5095","title":{"rendered":"Emprego com carteira assinada cresce 13,3% no primeiro governo Lula"},"content":{"rendered":"<p class=\"caps\"><P>O total de trabalhadores brasileiros com carteira assinada cresceu 13,3% nos 4 anos do primeiro mandato do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (2003-2006), segundo pesquisa divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (25).<\/P><br \/>\n<P>No mesmo per\u00edodo, o rendimento m\u00e9dio real dos trabalhadores cresceu 5,6%, enquanto o rendimento m\u00e9dio domiciliar, per capta, aumentou 10,7%. Hoje o assalariado ganha em m\u00e9dia R$ 1.045,75. Se comparado apenas a 2005, o aumento \u00e9 de 4,3%.<\/P><br \/>\n<P>J\u00e1 a taxa de desemprego recuou de 12,3%, em 2003, para 10% em 2006, enquanto o n\u00edvel de desocupa\u00e7\u00e3o (pessoas procurando trabalho) teve queda de 14,4%. <\/P><br \/>\n<P>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s seis principais regi\u00f5es metropolitanas do pa\u00eds, ainda de acordo com o IBGE, a popula\u00e7\u00e3o ocupada aumentou em 8,6%, com crescimento de 18,4% no trabalho dom\u00e9stico.<BR>Na compara\u00e7\u00e3o de 2006 com 2005, a popula\u00e7\u00e3o ocupada cresceu 2,3%. No grupo dos empregados com carteira, o destaque anual foi para o setor privado, com eleva\u00e7\u00e3o de 5,2%.<\/P><br \/>\n<P>Em dezembro do ano passado, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o foi de 8,4%, \u00edndice est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o a dezembro de 2005 (8,3%), mas inferior ao de novembro de 2006 (9,5%). Pela m\u00e9dia mensal, a taxa de desemprego de 2006 ficou em 10% &#8211; tamb\u00e9m est\u00e1vel em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia anterior (9,8%). <\/P><br \/>\n<P><STRONG>Mais mulheres no mercado<\/STRONG><BR>Segundo o IBGE, a evolu\u00e7\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o foi diferenciada por sexo tanto no per\u00edodo entre 2005 e 2006 quanto entre 2003 e 2006. Os dados mostram que a expans\u00e3o foi mais intensificada entre as mulheres em ambos os per\u00edodos e para todas as regi\u00f5es metropolitanas. <\/P><br \/>\n<P>Com isso a participa\u00e7\u00e3o das mulheres dentre os ocupados passou de 43% em 2003 para 44% em 2006. A \u00fanica exce\u00e7\u00e3o foi a regi\u00e3o metropolitana de S\u00e3o Paulo em 2006, quando comparado com 2005, em que os homens apresentaram varia\u00e7\u00e3o de 2% contra 1,7% para as mulheres. <\/P><br \/>\n<P>Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 idade, verificou-se a perman\u00eancia de uma maior inser\u00e7\u00e3o entre aqueles com 50 anos ou mais e uma diminui\u00e7\u00e3o na parcela das pessoas entre 18 e 24 anos de idade em todas as regi\u00f5es metropolitanas tanto em compara\u00e7\u00e3o com 2005 quanto com os valores m\u00e9dios de 2003. <\/P><br \/>\n<P>O crescimento da ocupa\u00e7\u00e3o foi sustentado pela parcela de pessoas com 11 anos ou mais de estudo que representavam, em 2006, 52,1% dos ocupados ante a propor\u00e7\u00e3o de 46,7% em 2003. Praticamente, todos os demais grupos apresentaram redu\u00e7\u00e3o na sua participa\u00e7\u00e3o como pode ser verificado na tabela a seguir.<\/P><br \/>\n<P>Dentre as pessoas ocupadas, 48,5% eram os principais respons\u00e1veis pela fam\u00edlia, 22,3% eram c\u00f4njuges e 24,0%, filhos. Entre 2003 e 2006, em todas as regi\u00f5es metropolitanas a expans\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o foi acompanhada de uma maior participa\u00e7\u00e3o dos c\u00f4njuges e filhos, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o do Rio de Janeiro, onde a distribui\u00e7\u00e3o das pessoas ocupadas segundo a condi\u00e7\u00e3o na fam\u00edlia permaneceu inalterada.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Menos horas de trabalho<BR><\/STRONG>Em 2006, as pessoas ocupadas tinham uma jornada m\u00e9dia semanal de 40,5 horas efetivamente trabalhadas. \u00c0 exce\u00e7\u00e3o de Recife, todas as regi\u00f5es metropolitanas apresentaram redu\u00e7\u00e3o no n\u00famero de horas trabalhadas entre 2003 e 2006. <\/P><br \/>\n<P>Com rela\u00e7\u00e3o aos empreendimentos, os resultados mostram que a maioria estava ocupada naqueles com 11 ou mais pessoas (57,3%). No ano de 2006, observou-se a perman\u00eancia da amplia\u00e7\u00e3o da ocupa\u00e7\u00e3o nas organiza\u00e7\u00f5es com 11 ou mais pessoas. Na regi\u00e3o metropolitana de Salvador, ao contr\u00e1rio das demais, o crescimento da ocupa\u00e7\u00e3o foi evidente nos empreendimentos com 1 a 5 pessoas.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Cresce contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 Previd\u00eancia<BR><\/STRONG>As estimativas para a popula\u00e7\u00e3o ocupada que contribui para a Previd\u00eancia revelam que tanto no \u00faltimo ano quanto no per\u00edodo entre 2003 houve uma expans\u00e3o superior a da popula\u00e7\u00e3o ocupada.<\/P><br \/>\n<P>Em 2003, 61,2% das pessoas ocupadas contribu\u00edam para a previd\u00eancia em qualquer trabalho e em 2006 esta propor\u00e7\u00e3o cresceu para 63,1%. A regi\u00e3o metropolitana que apresentou a maior participa\u00e7\u00e3o de ocupados contribuintes foi Porto Alegre (67,9%) e a menor foi Recife (54,0%).<\/P><br \/>\n<P>Dentre as pessoas ocupadas que contribu\u00edram para a previd\u00eancia em 2006, 57,6% eram homens e 42,4% mulheres. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 idade verificou-se que 15,6% tinham entre 18 e 24 anos, 67,2% com 25 a 49 anos e 16,5% com 50 anos ou mais de idade.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Carteira assinada<BR><\/STRONG>A popula\u00e7\u00e3o ocupada foi desagregada em oito categorias: empregados com carteira assinada no setor privado, empregados sem carteira assinada no setor privado, trabalhadores por conta pr\u00f3pria, empregadores, trabalhadores dom\u00e9sticos, militares ou funcion\u00e1rios p\u00fablicos estatut\u00e1rios, empregados com carteira assinada no setor p\u00fablico e empregados sem carteira assinada no setor p\u00fablico.<BR>&nbsp;<BR>Os resultados revelam que, dentro da popula\u00e7\u00e3o ocupada, tanto no \u00faltimo ano quanto no per\u00edodo entre 2003 e 2006, aumentou gradativamente a participa\u00e7\u00e3o dos empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado. <\/P><br \/>\n<P>Entre as regi\u00f5es, Salvador foi a \u00fanica apresentar queda na compara\u00e7\u00e3o com 2003, uma vez que este grupo de trabalhadores passou de 36% para 35,6% da popula\u00e7\u00e3o ocupada. Em 2006, a regi\u00e3o com a maior propor\u00e7\u00e3o desta categoria dentre os ocupados foi S\u00e3o Paulo (44,6%) e a menor Recife (33,7%).<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Queda do trabalho informal<BR><\/STRONG>A participa\u00e7\u00e3o m\u00e9dia dos empregados sem carteira de trabalho (emprego informal) no setor privado passou de 15,5% em 2003 para 14,8% em 2006. <\/P><br \/>\n<P>Esta redu\u00e7\u00e3o decorreu do crescimento mais acentuado entre os empregados com carteira de trabalho assinada (13,3%), uma vez que entre 2003 e 2006 o contingente de empregados sem carteira registrou varia\u00e7\u00e3o de 3,1%.<BR><\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O total de trabalhadores brasileiros com carteira assinada cresceu 13,3% nos 4 anos do primeiro mandato do presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva (2003-2006), segundo pesquisa divulgada pelo IBGE nesta<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[40],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5095"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=5095"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/5095\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=5095"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=5095"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=5095"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}