{"id":4861,"date":"2006-08-09T17:06:08","date_gmt":"2006-08-09T17:06:08","guid":{"rendered":"http:\/\/www.becodigital.com.br\/wordpress\/index.php\/sudeste-ainda-emprega-mais-mas-centro-oeste-e-norte-ganham-destaque-2\/"},"modified":"2006-08-09T17:06:08","modified_gmt":"2006-08-09T17:06:08","slug":"sudeste-ainda-emprega-mais-mas-centro-oeste-e-norte-ganham-destaque-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=4861","title":{"rendered":"Sudeste ainda emprega mais, mas Centro-Oeste e Norte ganham destaque"},"content":{"rendered":"<p class=\"caps\"><P><STRONG>Segundo o Ipea, as maiores taxas de crescimento de postos com carteira assinada, de 62% e de 60%, respectivamente, foram nessas duas regi\u00f5es<\/STRONG><\/P><br \/>\n<P>BRAS\u00cdLIA &#8211; Mais da metade do emprego formal do Brasil ainda se concentra na regi\u00e3o Sudeste. A informa\u00e7\u00e3o consta no estudo do Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas Aplicadas (Ipea) &#8216;Brasil, o Estado de Uma Na\u00e7\u00e3o &#8211; Mercado de Trabalho, Emprego e Informalidade&#8217;, divulgado nesta quarta-feira, que aponta, por\u00e9m, uma mudan\u00e7a nesse quadro: as regi\u00f5es Norte e Centro-Oeste indicaram as maiores taxas de crescimento de postos com carteira assinada, de 62% e de 60%, respectivamente, impulsionadas pela expans\u00e3o das fronteiras agr\u00edcola e a conseq\u00fcente alavancagem da atividade comercial.<\/P><br \/>\n<P>Em seu estudo, o Ipea enfatiza ainda a tend\u00eancia j\u00e1 verificada de migra\u00e7\u00e3o de empresas industriais do Sudeste para outras \u00e1reas &#8211; no interior ou outros Estados &#8211; estimulada pela busca de custos de produ\u00e7\u00e3o mais baixos e por benef\u00edcios fiscais. <\/P><br \/>\n<P>Embora benefici\u00e1ria, em parte, da realoca\u00e7\u00e3o de ind\u00fastrias, o Nordeste concentra a maior parte dos trabalhadores &#8211; formais e informais &#8211; na zona rural. A regi\u00e3o det\u00e9m 47% dos trabalhadores na agricultura e 35% das que se ocupam de outras atividades vinculadas ao meio rural. Igualmente registra os menores sal\u00e1rios do Pa\u00eds.<\/P><br \/>\n<P><STRONG>Empresas exportadoras<\/STRONG><BR>O estudo ainda destaca os impactos positivos da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e do com\u00e9rcio exterior na gera\u00e7\u00e3o de empregos no Pa\u00eds. Dados mostram que as empresas exportadoras cont\u00ednuas empregaram um em cada grupo de dez trabalhadores com carteira assinada no per\u00edodo de 2000-2004. Essas empresas fizeram mais contrata\u00e7\u00f5es do que aquelas que se restringiram ao mercado interno e mantiveram uma taxa de crescimento de empregos de 20%, em m\u00e9dia, nos anos seguintes ao in\u00edcio dos embarques ao exterior. <\/P><br \/>\n<P>Empresas exportadoras tamb\u00e9m pagaram sal\u00e1rios 24,7% maiores que as n\u00e3o exportadoras no per\u00edodo. &#8216;O maior grau de internacionaliza\u00e7\u00e3o da economia brasileira pode ser considerado como uma das causas para as transforma\u00e7\u00f5es no mercado de trabalho no per\u00edodo recente&#8217;, afirma o estudo.<\/P><br \/>\n<P>De acordo com o estudo, as empresas com mais de 500 funcion\u00e1rios que investiram na inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica aumentaram em 29% a oferta de empregos, entre 2000 e 2004. Contrariaram, portanto, a velha m\u00e1xima de que a inova\u00e7\u00e3o produz desemprego. Empresas que inovam, indica o Ipea, pagam sal\u00e1rios 12,07% superiores ao da ind\u00fastria. Na segmenta\u00e7\u00e3o das ind\u00fastrias por origem de capital, as ind\u00fastrias multinacionais foram as campe\u00e3s em remunera\u00e7\u00e3o, com sal\u00e1rios 38,3% maiores que os concedidos por firmas id\u00eanticas, de capital nacional, para as mesmas fun\u00e7\u00f5es. (Denise Chrispim Marin)<BR><\/P><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo o Ipea, as maiores taxas de crescimento de postos com carteira assinada, de 62% e de 60%, respectivamente, foram nessas duas regi\u00f5es BRAS\u00cdLIA &#8211; Mais da metade do emprego<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[40],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4861"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=4861"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/4861\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=4861"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=4861"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=4861"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}