{"id":45770,"date":"2020-11-09T09:32:34","date_gmt":"2020-11-09T12:32:34","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinergiacut.org.br\/?p=45770"},"modified":"2020-11-09T11:39:58","modified_gmt":"2020-11-09T14:39:58","slug":"o-desafio-dos-jovens-para-furar-o-bloqueio-e-entrar-no-mercado-de-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=45770","title":{"rendered":"O desafio dos jovens para furar o bloqueio e entrar no mercado de trabalho"},"content":{"rendered":"<div class=\"dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light\">\n<div class=\"wrap\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"row\">\n<h5 class=\"col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1\">Jovens entre 18 e 29 anos, historicamente as primeiras v\u00edtimas das crises econ\u00f4micas, se rendem a profiss\u00f5es precarizadas, apesar de setores da economia terem aumentado contrata\u00e7\u00f5es em setembro. Qual a sa\u00edda?<\/h5>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dd-m-display dd-m-display--top-30 dd-m-background-stable\">\n<div class=\"wrap\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"dd-l-content dd-l-content--medium\">\n<p class=\"dd-m-text dd-m-text--smallest dd-m-alignment--center dd-m-color-assertive\"><strong>Escrito por: Andre Accarini<\/strong><\/p>\n<figure class=\"dd-m-image__group\"><img class=\"alignright\" src=\"https:\/\/www.cut.org.br\/images\/cache\/systemuploadsnews5217910a1f14e63880e-700x460xfit-6a86b.jpg\" alt=\"notice\" width=\"259\" height=\"170\" data-src-mobile=\"\/images\/cache\/systemuploadsnews5217910a1f14e63880e-320x210xfit-6a86b.jpg\" data-src-tablet=\"\/images\/cache\/systemuploadsnews5217910a1f14e63880e-768x460xfit-6a86b.jpg\" data-src-web=\"\/images\/cache\/systemuploadsnews5217910a1f14e63880e-700x460xfit-6a86b.jpg\" \/><\/figure>\n<div class=\"dd-m-editor\">\n<p class=\"caps\">Vencer as barreiras, entrar no mercado formal de trabalho e se manter nele s\u00e3o as principais dificuldades da maior parte da juventude brasileira, parcela da popula\u00e7\u00e3o que n\u00e3o tem condi\u00e7\u00f5es de bancar os estudos sem a renda do trabalho, que tamb\u00e9m \u00e9 usada para complementar o or\u00e7amento familiar.<\/p>\n<p>Mas, mesmo em \u00e9pocas de profundas crises econ\u00f4micas, como a atual, que foi agravada pela pandemia do novo coronav\u00edrus, \u00e9 poss\u00edvel aos jovens conquistarem uma coloca\u00e7\u00e3o decente, com progress\u00e3o de carreira, afirma a secret\u00e1ria de Juventude da CUT, Cristiana Paiva, que defende a forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, a qualifica\u00e7\u00e3o e a organiza\u00e7\u00e3o, como armas para os jovens vencerem os desafios.<\/p>\n<p>\u201cA qualifica\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para competir de igual para igual no mercado de trabalho\u201d, diz a dirigente, que complementa: \u201cN\u00f3s vivemos o avan\u00e7o da tecnologia e cada vez mais a especializa\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria para vencer as barreiras e conquistar um espa\u00e7o no mercado\u201d.<\/p>\n<p>\u201cJ\u00e1 a forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica da juventude\u201d, acrescenta, \u201c\u00e9 fundamental para que os trabalhadores se fortale\u00e7am e possam lutar por direitos e por espa\u00e7os melhores no mercado de trabalho. Para isso, \u00e9 preciso ter autonomia pol\u00edtica sobre o que se passa no pa\u00eds e sobre a sociedade \u00e9 o primeiro passo para a organiza\u00e7\u00e3o\u201d.\u00a0<em>Leia mais sobre forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica no final do texto.<\/em><\/p>\n<p>Informa\u00e7\u00e3o \u00e9, portanto, uma das chaves para os jovens entenderem o complexo momento e se prepararem para conseguir um emprego que ofere\u00e7a oportunidades de ascens\u00e3o na carreira, direitos e bons sal\u00e1rios, apesar da realidade mostra o contr\u00e1rio. As pesquisas mostram quem cresce a cada dia o n\u00famero de jovens lutando pela sobreviv\u00eancia em empregos informais e precarizados, a maioria deles pertence aos setores mais vulner\u00e1veis da sociedade, os primeiros a perder o emprego nas crises, junto com os negros e as mulheres.<\/p>\n<p>Os n\u00fameros da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domic\u00edlios Continua (Pnad) Trimestral, realizada pelo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), no segundo trimestre de 2020, a taxa de desocupa\u00e7\u00e3o entre os trabalhadores de 18 a 24 anos foi de 29,7%. Na faixa et\u00e1ria entre 25 a 39, foi de 12,9% e entre os trabalhadores de 40 a 59 anos, foi de 8,7%.<\/p>\n<table>\n<tbody>\n<tr>\n<td colspan=\"7\"><strong>Taxa de desocupa\u00e7\u00e3o, na semana de refer\u00eancia, das pessoas de 14 anos ou mais de idade (%)<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"7\"><strong>Brasil\u00a0<\/strong><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td rowspan=\"2\">Grupo de idade<\/td>\n<td colspan=\"6\"><\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>1\u00ba trimestre 2019<\/td>\n<td>2\u00ba trimestre 2019<\/td>\n<td>3\u00ba trimestre 2019<\/td>\n<td>4\u00ba trimestre 2019<\/td>\n<td>1\u00ba trimestre 2020<\/td>\n<td>2\u00ba trimestre 2020<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>14 a 17 anos<\/td>\n<td>44,5<\/td>\n<td>42,2<\/td>\n<td>40,6<\/td>\n<td>39,2<\/td>\n<td>44,0<\/td>\n<td>42,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>18 a 24 anos<\/td>\n<td>27,3<\/td>\n<td>25,8<\/td>\n<td>25,7<\/td>\n<td>23,8<\/td>\n<td>27,1<\/td>\n<td>29,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>25 a 39 anos<\/td>\n<td>11,9<\/td>\n<td>11,1<\/td>\n<td>10,8<\/td>\n<td>10,3<\/td>\n<td>11,2<\/td>\n<td>12,9<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>40 a 59 anos<\/td>\n<td>7,5<\/td>\n<td>7,2<\/td>\n<td>7,1<\/td>\n<td>6,6<\/td>\n<td>7,5<\/td>\n<td>8,7<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td>60 anos ou mais<\/td>\n<td>4,5<\/td>\n<td>4,8<\/td>\n<td>4,6<\/td>\n<td>4,2<\/td>\n<td>4,4<\/td>\n<td>4,8<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td colspan=\"7\"><em>Fonte: IBGE &#8211; Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua trimestral<\/em><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<h4><strong><br \/>\nDisputa<\/strong><\/h4>\n<p>Com o aumento do desemprego, que\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/noticias\/taxa-de-desemprego-dispara-e-atinge-14-4-e-o-maior-indice-desde-2012-153c\">atingiu mais de 13,8 milh\u00f5es de trabalhadores no trimestre de junho a agosto,<\/a>\u00a0segundo o IBGE, trabalhadores com mais qualifica\u00e7\u00e3o, at\u00e9 mesmo com n\u00edvel superior, acabam se sujeitando a sal\u00e1rios menores em atividades que n\u00e3o requerem essa qualifica\u00e7\u00e3o e isso tamb\u00e9m acaba tirando, em geral, os empregos dos jovens.<\/p>\n<p>\u201cNo mercado de trabalho, os jovens sempre v\u00e3o competir com quem tem mais qualifica\u00e7\u00e3o, at\u00e9 mesmo para profiss\u00f5es que n\u00e3o exigem diplomas\u201d, confirma o economista do Departamento Intersindical de Estat\u00edstica e Estudos Socioecon\u00f4micos (Dieese), Cesar Andaku.<\/p>\n<p>A falta de oportunidades faz os jovens recorrem \u00e0s atividades chamadas \u2018empreendedoras\u2019 que, nada mais s\u00e3o do que trabalho prec\u00e1rio e sem direitos, exercido seja vendendo objetos nas ruas, seja trabalhando para plataformas digitais donas de aplicativos como Uber, Rappi, Ifood, recebendo uma renda irris\u00f3ria, sem nenhum direito, nenhuma expectativa de crescimento, nenhuma seguran\u00e7a, afirma a secret\u00e1ria da de Juventude da CUT, Cristiana Paiva.<\/p>\n<p>\u201cA juventude passa por um momento ruim. A maioria entende ainda que ser Uber \u00e9 ser uma empresa e que s\u00e3o donos do pr\u00f3prio neg\u00f3cio. Ainda \u00e9 dif\u00edcil para muito enxergar que as oportunidades com a tecnologia existem, mas elas n\u00e3o necessariamente significam ter qualidade de vida\u201d, diz a dirigente.<\/p>\n<p>O economista do Dieese concorda com a avalia\u00e7\u00e3o. De acordo com ele, a crise provocada pelo coronav\u00edrus tem apresentado, al\u00e9m do aumento dos jovens trabalhando para empresas de aplicativos, um crescimento de contrata\u00e7\u00f5es de trabalhadores entre 18 e 29 anos. \u201cHistoricamente, os jovens s\u00e3o os primeiros a perder o emprego e os que mais t\u00eam dificuldades de retorno ao mercado de trabalho, mas nessa pandemia, o cen\u00e1rio \u00e9 at\u00edpico\u201d, diz.<\/p>\n<p>De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do governo federal, que registra empregos formais, inclusive os contratos intermitentes, e vem sendo contestado por apresentar erros, de 1.379.509 contrata\u00e7\u00f5es em todo o Brasil, 668.846 foram de jovens entre 18 e 29 anos. A maior parte das contrata\u00e7\u00f5es foi nos setores de com\u00e9rcio e telemarketing.<\/p>\n<p>C\u00e9sar avalia que uma das probabilidades \u00e9 de que esteja acontecendo uma troca de trabalhadores mais velhos por mais jovens, com menor sal\u00e1rio e mais facilidade de locomo\u00e7\u00e3o. \u201cAinda temos uma taxa de desemprego geral de 14,4% no Brasil e no mesmo m\u00eas [IBGE] e o Caged mostra um total de 583.147 demiss\u00f5es de pessoas com mais de 30 anos de idade\u201d, ele diz.<\/p>\n<p>Ainda de acordo com o economista, empresas de telemarketing t\u00eam contratado mais trabalhadores para complementar o trabalho feito por rob\u00f4s nesse tipo de atividade. \u201cAs empresas est\u00e3o vendo uma necessidade de um humano para concluir negocia\u00e7\u00f5es, por isso est\u00e3o contratando\u201d, ele conclui.<\/p>\n<p><strong>Saiba Mais:\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/noticias\/area-de-tecnologia-e-uma-das-que-devem-gerar-mais-empregos-em-2021\">Pesquisa mostra quais as profiss\u00f5es que ter\u00e3o destaque nos pr\u00f3ximos tempos<\/a><\/strong><\/p>\n<h4><strong>Campanha da CUT sobre forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica<\/strong><\/h4>\n<p>Com o objetivo de conscientizar os jovens em sobre a import\u00e2ncia da organiza\u00e7\u00e3o no trabalho, a CUT e a central sindical alem\u00e3 DGB desenvolveram o projeto\u00a0<strong>\u201cSegue o Fio\u201d,<\/strong>\u00a0uma oportunidade para eles se familiarizem com a ess\u00eancia das lutas di\u00e1rias por direitos dos trabalhadores.<\/p>\n<p>\u201cA CUT, dessa forma, se renova e cumpre o papel de defesa da classe trabalhadora, ampliando o horizonte de luta para aquelas categorias que n\u00e3o t\u00eam nenhuma representa\u00e7\u00e3o, caso dos informais, trabalhadores remotos sem carteira assinada, e que n\u00e3o t\u00eam a oportunidade de unir a categoria para lutar pelos direitos\u201d, explica a secret\u00e1ria da Juventude da CUT.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/noticias\/segue-o-fio-conheca-a-campanha-e-acesse-os-materiais-235a\">Confira aqui<\/a>\u00a0os materiais da campanha.<\/p>\n<p>A campanha realiza uma s\u00e9rie de debates remotos com especialistas que falam sobre os desafios do mercado de trabalho para os jovens e sobre a import\u00e2ncia da organiza\u00e7\u00e3o sindical.<\/p>\n<p>Na quinta-feira, 5 de novembro, o debate foi sobre\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/noticias\/na-live-da-cut-desta-quinta-sergio-amadeu-fala-sobre-juventude-e-industria-4-0-9ecf\">tecnologia e ind\u00fastria 4.0<\/a>,\u00a0 no dia 29 de outubro foi sobre\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/noticias\/juventude-e-politicas-publicas-e-tema-de-live-da-cut-nesta-quinta-29-as-19h-0d1f\">pol\u00edticas p\u00fablicas<\/a>, no dia 29 de setembro foi sobre\u00a0<a href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/noticias\/cut-discute-juventude-eleicoes-e-politicas-publicas-nesta-terca-29-6512\">elei\u00e7\u00f5es<\/a>.<\/p>\n<p><strong><em>Edi\u00e7\u00e3o: Marize Muniz<\/em><\/strong><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"dd-m-tag\"><a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3Ajovem+no+mercado+de+trabalho%22\">jovem no mercado de trabalho<\/a>\u00a0<a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3Asegue+o+fio%22\">segue o fio<\/a>\u00a0<a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3Aibge%22\">ibge<\/a>\u00a0<a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3ACaged%22\">Caged<\/a>\u00a0<a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3ADesemprego%22\">Desemprego<\/a>\u00a0<a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3Acarreira%22\">carreira<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jovens entre 18 e 29 anos, historicamente as primeiras v\u00edtimas das crises econ\u00f4micas, se rendem a profiss\u00f5es precarizadas, apesar de setores da economia terem aumentado contrata\u00e7\u00f5es em setembro. 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