{"id":41400,"date":"2020-05-11T08:52:36","date_gmt":"2020-05-11T11:52:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.sinergiacut.org.br\/?p=41400"},"modified":"2020-05-11T09:35:35","modified_gmt":"2020-05-11T12:35:35","slug":"economistas-defendem-que-elite-pague-a-conta-da-pandemia-do-coronavirus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=41400","title":{"rendered":"Economistas defendem que elite pague a conta da pandemia do coronav\u00edrus"},"content":{"rendered":"<div class=\"dd-m-display dd-m-display--small dd-m-background-energized-light\">\n<div class=\"wrap\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12 col-lg-10 col-md-10 col-lg-offset-1 col-md-offset-1\">\n<p class=\"dd-m-text dd-m-text--big font-MerriWeather\"><strong>Professoras de economia da USP e URFJ e deputado Henrique Fontana (PT) apoiam a campanha \u201cTaxar Fortunas, Salvar Vidas\u201d. Para eles, a elite precisa pagar a conta da pandemia e diminuir a desigualdade social<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dd-m-share\">\n<div class=\"dd-m-icon__group-icons\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"dd-m-display dd-m-display--top-30 dd-m-background-stable\">\n<div class=\"wrap\">\n<div class=\"row\">\n<div class=\"col-xs-12\">\n<div class=\"dd-l-content dd-l-content--medium\">\n<p class=\"dd-m-text dd-m-text--smallest dd-m-alignment--center\"><strong>Publicado:<\/strong> 08 Maio, 2020<\/p>\n<p class=\"dd-m-text dd-m-text--smallest dd-m-alignment--center dd-m-color-assertive\"><strong>Escrito por: Rosely Rocha<\/strong><\/p>\n<div class=\"dd-m-image__group__by-whom\"><i class=\"fa fa-camera\" aria-hidden=\"true\"><\/i> Marcelo Horn \/Ag\u00eancia Brasil<\/div>\n<figure class=\"dd-m-image__group\"><img src=\"https:\/\/www.cut.org.br\/images\/cache\/systemuploadsnewsf5690cf93e9b259df37-700x460xfit-6209f.jpg\" alt=\"notice\" data-src-web=\"\/images\/cache\/systemuploadsnewsf5690cf93e9b259df37-700x460xfit-6209f.jpg\" data-src-tablet=\"\/images\/cache\/systemuploadsnewsf5690cf93e9b259df37-768x460xfit-6209f.jpg\" data-src-mobile=\"\/images\/cache\/systemuploadsnewsf5690cf93e9b259df37-320x210xfit-6209f.jpg\" \/><\/figure>\n<div class=\"dd-m-editor\">\n<p class=\"caps\">As mudan\u00e7as urgentes e necess\u00e1rias e a tributa\u00e7\u00e3o de grandes fortunas, para que a elite brasileira tamb\u00e9m pague pela maior parte da conta da pandemia do novo coronav\u00edrus\u00a0 Covid-19 e outras medidas para que a economia do pa\u00eds volte a crescer, com distribui\u00e7\u00e3o de renda e menos desigualdade social, foram alguns dos t\u00f3picos discutidos na manh\u00e3 de sexta-feira (8) pelas economistas Laura Carvalho e \u00a0Esther Duek , e o deputado Henrique Fontana (PT\/RS), durante uma <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=GG1dWMbduL0&amp;feature=youtu.be\"><strong>transmiss\u00e3o online<\/strong><\/a>, seguida de debate, promovido pelas Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.<\/p>\n<p>O debate faz parte da campanha <strong>\u201cTaxar Fortunas, Salvar Vidas\u201d<\/strong> lan\u00e7ada pelas frentes, com a participa\u00e7\u00e3o da CUT. O objetivo \u00e9 debater com a sociedade o tema das desigualdades sociais e pressionar o Congresso Nacional a tributar a parcela mais rica da sociedade brasileira como uma das formas de fazer frente \u00e0s necessidades impostas pela pandemia do coronav\u00edrus e de supera\u00e7\u00e3o da crise econ\u00f4mica que se agrava no pa\u00eds.<\/p>\n<p>As professoras de economistas Laura Carvalho (FEA\/USP) e Esther Duek (URFJ) \u00a0defenderam a taxa\u00e7\u00e3o de grandes fortunas, al\u00e9m de outras medidas, para o combate \u00e0 desigualdade social. No entanto, elas refor\u00e7aram a necessidade de enfrentar a crise econ\u00f4mica causada pela pandemia, em dois momentos: o agora com o isolamento f\u00edsico e p\u00f3s pandemia.<\/p>\n<p>\u201cEstamos diante de uma crise sanit\u00e1ria econ\u00f4mica, social e pol\u00edtica, mas \u00e9 uma crise com caracter\u00edsticas muito distintas das crises anteriores. Ela tem n\u00e3o s\u00f3 propor\u00e7\u00f5es in\u00e9ditas porque n\u00e3o partiu do setor financeiro, como a crise de 2008 e 1929, na grande depress\u00e3o\u201d, argumentou Laura.<\/p>\n<p>A professora de economia da USP fez um relato de como a pandemia est\u00e1 afetando os pa\u00edses mais ricos, que t\u00eam uma menor desigualdade social que a do Brasil. Na Inglaterra, se fala na maior crise econ\u00f4mica dos \u00faltimos 300 anos. J\u00e1 o ber\u00e7o do neoliberalismo, os Estados Unidos, v\u00ea cada vez mais a desigualdade social aumentar depois que foram implantadas, nas d\u00e9cadas de 1970 e 1980, o neoliberalismo econ\u00f4mico, com efeitos nefastos para os mais pobres.<\/p>\n<p>\u201cOs Estados Unidos passaram de 4% para 15%, a taxa de desemprego. N\u00f3s, ao contr\u00e1rio, viemos de uma informalidade que beira os 50%, de um per\u00edodo de uma recess\u00e3o e estagna\u00e7\u00e3o, com a recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica mais lenta da hist\u00f3ria. A estagna\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica no Brasil \u00e9 desigualit\u00e1ria, ou seja, foi muito pior para a base da pir\u00e2mide do que para o topo. Ent\u00e3o, se nos Estados Unidos\u00a0 j\u00e1 \u00e9 grave, aqui a crise ser\u00e1 ainda mais grave\u201d, disse deixando claro que a crise \u00e9 causada pela pandemia e n\u00e3o pelas medidas de isolamento social.<\/p>\n<p>Laura ressaltou que o governo de Jair Bolsonaro (sem partido) poderia estar elaborando planos de recupera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica para o p\u00f3s-pandemia e redistribuindo melhor os recursos financeiros do pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cEsta \u00e9 uma oportunidade para discutir as nossas injusti\u00e7as hist\u00f3ricas do sistema tribut\u00e1rio brasileiro. \u00c9 poss\u00edvel discutir a implementa\u00e7\u00e3o de tributos e impostos que atinjam as rendas e os patrim\u00f4nios mais elevados como maneira de distribuir os custos. N\u00e3o somente dos custos dessa crise, mas tamb\u00e9m distribuir a renda no Brasil\u201d.<\/p>\n<p>Laura defendeu que \u00e9 preciso rever a pol\u00edtica econ\u00f4mica que vem sendo implantada no Brasil nos \u00faltimos cinco anos, de austeridade econ\u00f4mica, e que nesta primeira fase de distanciamento f\u00edsico, como prefere chamar a quarentena, o governo tem de adotar uma s\u00e9rie de medidas n\u00e3o convencionais, de n\u00e3o est\u00edmulo ao consumo e sim de preservar as vidas e preservar a renda das pessoas.<\/p>\n<p>Ela ressaltou ainda que \u00e9 preciso ter cuidado, pois o ministro da Economia, o banqueiro Paulo Guedes, j\u00e1 disse no \u00faltimo dia 15 de abril, que em 2021, ser\u00e1 implantada mais uma vez a austeridade econ\u00f4mica, de cortes de gastos.<\/p>\n<p>\u201cN\u00e3o nos enganemos. Embora muitos de n\u00f3s estejamos vendo a pandemia \u00a0como uma oportunidade para discutir o papel do Estado, a distribui\u00e7\u00e3o de renda e uma s\u00e9rie de medidas, pelo lado dos impostos, que possam tornar o Brasil um pa\u00eds mais justo, tamb\u00e9m h\u00e1 do lado daqueles que defendem a redu\u00e7\u00e3o do tamanho do Estado, uma oportunidade de desmonte do bem estar-social, exigindo cortes ainda mais agressivos de gastos de sal\u00e1rios de servidores e de outros investimentos feitos pelo Estado\u201d, alertou Laura Carvalho.<\/p>\n<p>Por outro lado, prosseguiu a economista, a tributa\u00e7\u00e3o das grandes fortunas, a \u00a0distribui\u00e7\u00e3o de riqueza, de patrim\u00f4nio s\u00e3o fundamentais para uma justi\u00e7a tribut\u00e1ria no pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cPara se livrar de uma heran\u00e7a de desigualdade, que vem na forma da riqueza acumulada durante tanto tempo, ent\u00e3o eu me posiciono totalmente a \u00a0favor da campanha e da implementa\u00e7\u00e3o desse imposto\u201d, declarou.<\/p>\n<p>A professora economista da URFJ, Esther Duek, refor\u00e7ou que esta \u00e9 uma crise muito at\u00edpica na hist\u00f3ria mundial, que mostra a fragilidade de economias neoliberias, sem contratos sociais. Segundo ela, Brasil e Estados Unidos s\u00e3o pa\u00edses que adotaram o discurso neoliberal, e n\u00e3o \u00e9 \u00e0 toa que est\u00e3o no centro da pandemia. O mesmo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 It\u00e1lia, que rescindiu seu contrato social com a popula\u00e7\u00e3o nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p>\u201cEsses pa\u00edses foram pegos pela pandemia de forma muito mais forte do que os demais porque a crise n\u00e3o atinge a todos de forma igual. Ela n\u00e3o \u00e9 uma crise democr\u00e1tica. Tanto que no Brasil h\u00e1 mais chances de morrer nas \u00e1reas perif\u00e9ricas do que nos bairros de classe alta\u201d, afirmou Esther.<\/p>\n<p>De acordo com a economista, o governo federal est\u00e1 com muita dificuldade \u00a0pol\u00edtica, de tomar uma decis\u00e3o definitiva de enfrentar a crise da forma como deve ser feita, com bastante recursos. \u00a0E a\u00ed come\u00e7a a criar uma falsa dicotomia de que CNPJ precisa sobreviver mais do que o CPF.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 uma tristeza ver como as pessoas parecem insens\u00edveis \u00e0 situa\u00e7\u00e3o que estamos vivendo, e n\u00e3o est\u00e3o utilizando a pandemia, para efetivamente dar uma virada ao que seria a sociedade ideal\u201d, disse se referindo \u00e0 caminhada de Bolsonaro e empres\u00e1rios, nesta quinta-feira (7),\u00a0 ao Supremo Tribunal Federal (STF), para pedir o relaxamento da quarentena, como forma de estimular a economia.<\/p>\n<p>A economista alerta que o governo de Jair Bolsonaro quer mudar o artigo 6\u00bada Constitui\u00e7\u00e3o Federal de 1988, que traz os direitos sociais. Segundo Esther, o ministro Paulo Guedes, quer que os direitos sociais fiquem submetidos a uma\u00a0 esp\u00e9cie de equil\u00edbrio fiscal atemporal , que ningu\u00e9m sabe o que realmente significa.<\/p>\n<blockquote class=\"dd-blockquote\"><p>Na pr\u00e1tica, Guedes quer que os direitos sociais fiquem subordinados aos desejos e as vantagens do ministro da Economia. Ele quer que o direito social deixe de ser um direito e passe a ser concedido, ou n\u00e3o, \u00a0por um ministro da Economia<\/p>\n<footer>&#8211; Esther Duek<\/footer>\n<\/blockquote>\n<p>Para ela, as demonstra\u00e7\u00f5es do caos, de uma sociedade extremamente desigual como o Brasil, deveriam estar sendo utilizadas para gerar um debate em como reverter isso e, \u00a0n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que a as principais medidas para mudar as igualdades \u00e9 a reforma tribut\u00e1ria progressiva e ampla.<\/p>\n<p>\u201cA desigualdade no Brasil tem origens hist\u00f3ricas. N\u00e3o faz o menor sentido discutir meritocracia, onde as pessoas partem de situa\u00e7\u00f5es completamente diferentes, e justamente na tributa\u00e7\u00e3o que a gente consegue reverter isso\u201d, declarou ao dar apoio \u00e0 campanha de taxa\u00e7\u00e3o e grandes fortunas, que tem o apoio da CUT e das Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, entre outras entidades civis.<\/p>\n<p>No debate, o deputado Henrique Fontana (PT\/RS), m\u00e9dico e administrador, coordenador do grupo de trabalho da minoria na C\u00e2mara que aborda a reforma tribut\u00e1ria e a taxa\u00e7\u00e3o das grandes fortunas, enumerou seis propostas para diminuir a desigualdade social, que os partidos da esquerda (PT, PSOL, Rede, PCdoB, PSB\u00a0 e PDT) que participam do grupo da minoria e da oposi\u00e7\u00e3o na C\u00e2mara Federal, est\u00e3o debatendo.<\/p>\n<p>A primeira proposta \u00e9 taxar as altas rendas e o Imposto sobre lucro e renda e sobre remessa de lucros ao exterior, com al\u00edquota de 15%. A previs\u00e3o \u00e9 de arrecada\u00e7\u00e3o de R$ 71 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>Segundo, taxar as grandes fortunas nas seguintes faixas: de R$ 15 a R$ 25 milh\u00f5es (0,5%); de R$ 25 a R$ 30 milh\u00f5es (1%); de R$ 35 a R$ 45 milh\u00f5es ( 1,5%); de R$ 45 a R$ 55 milh\u00f5es de patrim\u00f4nio \u00a0(2%) ; de 55 milh\u00f5es a R$ 100 milh\u00f5es ( 2,5%) e acima de R$ 100 milh\u00f5es (3%).<\/p>\n<p>\u201cEssa taxa\u00e7\u00e3o tem potencial de arrecadar 35 bilh\u00f5es, avaliam as \u00a0assessorias econ\u00f4micas dos partidos\u201d, contou Fontana.<\/p>\n<p>A terceira proposta sobre o sistema financeiro \u00e9 aumentar a al\u00edquota da contribui\u00e7\u00e3o social sobre o lucro l\u00edquido passando de 15% para 30%. A estimativa de arrecada\u00e7\u00e3o \u00e9 de R$ 18 bilh\u00f5es ao ano.<\/p>\n<p>O quarto item \u00e9 aumentar os impostos sobre a transmiss\u00e3o de grandes heran\u00e7as. Embora seja um imposto estadual, ele est\u00e1 regido com a al\u00edquota m\u00e1xima de \u00a08% e, em alguns estados, segundo Fontana,\u00a0 n\u00e3o \u00e9 utilizada a al\u00edquota m\u00e1xima. A ideia \u00e9 subir de 8% para 20%, o que aumentaria a arrecada\u00e7\u00e3o em at\u00e9 R$ 12 bilh\u00f5es ao ano.<\/p>\n<p>A quinta proposta, que o deputado petista considera controversa, mas necess\u00e1ria, \u00e9 aumentar a tabela do imposto de renda para quem ganha mais. O valor da isen\u00e7\u00e3o subiria dos atuais R$ 1.903,00 para R$ 2.350,00. A tabela para os demais sal\u00e1rios seria corrigida da seguinte forma:<\/p>\n<p>As al\u00edquotas seriam progressivas. Os sal\u00e1rios a partir de R$ 15 mil (27,5%); de R$ 15 mil at\u00e9 R$ 20 mil (30%); de R$ 20 mil a R$ 30 mil (32%); de R$ 30 mil a R$ 40 mil (35%),de R$ 40 mil a R$ 50 mil ( 37%) e acima de R$ 50 mil (40%). A estimativa de arrecada\u00e7\u00e3o \u00e9 de R$ 20,5 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p>A \u00faltima medida, mais pela simbologia que representa, \u00e9 cobrar Imposto sobre a Propriedade de Ve\u00edculos Automotores (IPVA) sobre aeronaves, embarca\u00e7\u00f5es de luxo, o que aumentaria a arrecada\u00e7\u00e3o em mais R$ 5 bilh\u00f5es ao ano.<\/p>\n<p>\u201cO total do impacto dessas seis medidas \u00e9 uma arrecada\u00e7\u00e3o em torno de R$ 155 bilh\u00f5es a mais ao ano\u201d, afirmou Henrique Fontana, ao dar apoio \u00e0 taxa\u00e7\u00e3o de grandes fortunas e \u00e0 reforma tribut\u00e1ria.<\/p>\n<p>A campanha \u201c<strong>Taxar Fortunas, Salvar Vidas<\/strong>\u201d, tem como principal instrumento at\u00e9 aqui, um abaixo-assinado virtual (change.org\/taxarfortunas) que j\u00e1 conta com mais de 150.000 assinaturas. Participe: <a href=\"https:\/\/www.change.org\/p\/taxar-fortunas-para-salvar-vidas\">https:\/\/www.change.org\/p\/taxar-fortunas-para-salvar-vidas<\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<\/div>\n<div class=\"dd-m-tag\"><a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3A+Jair+Bolsonaro%22\"> Jair Bolsonaro<\/a> <a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3APaulo+Guedes%22\">Paulo Guedes<\/a> <a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3Acampanha+taxar+fortunas+salvar+vidas%22\">campanha taxar fortunas salvar vidas<\/a> <a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3Afrentes+Brasil+Popular+e+Povo+Sem+Medo%22\">frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo<\/a> <a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3Aesther+duek%22\">esther duek<\/a> <a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3ALaura+Carvalho%22\">Laura Carvalho<\/a> <a class=\"dd-m-tag__button dd-m-tag__button-assertive\" href=\"https:\/\/www.cut.org.br\/busca?busca=%22tag%3Adeputado+henrique+fontana+%28PT%2FRS%29%22\">deputado henrique fontana (PT\/RS)<\/a><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Professoras de economia da USP e URFJ e deputado Henrique Fontana (PT) apoiam a campanha \u201cTaxar Fortunas, Salvar Vidas\u201d. 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