{"id":38833,"date":"2019-10-09T16:48:39","date_gmt":"2019-10-09T19:48:39","guid":{"rendered":"http:\/\/www.sinergiacut.org.br\/?p=38833"},"modified":"2019-12-05T16:50:50","modified_gmt":"2019-12-05T19:50:50","slug":"varios-sotaques-mesmo-idioma-a-luta-por-direitos-e-democracia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/?p=38833","title":{"rendered":"V\u00e1rios sotaques mesmo idioma: a luta por direitos e democracia"},"content":{"rendered":"<p class=\"caps\">Desde domingo (6), \u00e9 grande a movimenta\u00e7\u00e3o no Gin\u00e1sio Falc\u00e3o, na Praia Grande, onde est\u00e1 sendo realizado o&nbsp;<strong>13\u00ba Congresso Nacional da CUT \u201cLula Livre\u201d \u2013 Sindicatos Fortes, Direitos, Soberania e Democracia<\/strong>. Os mais de dois mil sindicalistas de diversas regi\u00f5es trouxeram em suas bagagens os desafios e as perspectivas de luta por direitos de trabalhadores e trabalhadoras de todos os cantos deste pa\u00eds.<\/p>\n<p>Como na \u00e9poca de sua funda\u00e7\u00e3o, a classe trabalhadora, a CUT e o movimento sindical vivem uma s\u00e9rie de ataques, tanto institucionais e trabalhistas quanto sociais e econ\u00f4micos. E se n\u00e3o bastassem, precisam pensar a organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores na diversidade regional, nas demandas de cada categoria, nas transforma\u00e7\u00f5es do mundo do trabalho, nas mudan\u00e7as na legisla\u00e7\u00e3o que precarizaram as condi\u00e7\u00f5es de trabalho, al\u00e9m da realidade pol\u00edtica de cada local.<\/p>\n<p>O Portal CUT entrevistou diversos dirigentes das mais variadas categorias das cinco Regi\u00f5es do pa\u00eds para ouvir&nbsp; quais s\u00e3o os desafios que t\u00eam de enfrentar para defender a classe trabalhadora.<\/p>\n<p><strong>Movimento sindical<\/strong><\/p>\n<p>O Secret\u00e1rio de Organiza\u00e7\u00e3o da CUT Bras\u00edlia, Douglas de Almeida Cunha, disse que o principal debate da Regi\u00e3o Centro-Oeste e de todo o movimento sindical brasileiro s\u00e3o os ataques que contra os direitos da classe trabalhadora e contra as entidades sindicais.<\/p>\n<p>\u201cS\u00e3o ataques que visam destruir o meio sindical que \u00e9 o leg\u00edtimo representante e escudo de prote\u00e7\u00e3o do trabalhador para conseguirem destruir direitos conquistados com muita luta\u201d, afirmou.<\/p>\n<p>Segundo ele, \u00e9 muito importante se apropriar das discuss\u00f5es deste encontro para sair daqui mais forte e preparado para o que vem por a\u00ed com o governo de Jair Bolsonaro (PSL) e os governos ultraliberais que est\u00e3o espalhados pelo pa\u00eds.<\/p>\n<p>\u201cAqui no Congresso iremos fazer debates sobre o financiamento sindical, a reestrutura\u00e7\u00e3o e a solidariedade entre os sindicatos e a expectativa \u00e9 que possamos construir um novo cen\u00e1rio nesta conjuntura\u201d, afirma Douglas.<\/p>\n<p>O dirigente disse que espera levar daqui propostas de a\u00e7\u00f5es para avan\u00e7ar nas negocia\u00e7\u00f5es coletivas, nas representa\u00e7\u00f5es nos locais de trabalho, nas quest\u00f5es de mulheres, racial, LGBT e juventude \u201cpara que possamos trabalhar de acordo com a realidade da sociedade e aplicar estas propostas diversas nos acordos coletivos de trabalho\u201d.<\/p>\n<p><strong>Pauta das mulheres e educa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>A professora e militante da Marcha Mundial das Mulheres da capital federal, Thaisa Magalhaes, contou que o coletivo de mulheres da CUT de Bras\u00edlia se organizou para trazer o debate nacional no 13\u00ba CONCUT a quest\u00e3o das trabalhadoras, como a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos de acolhimento para mulheres que possam ter sofrido algum tipo de viol\u00eancia, moral, sexual ou f\u00edsica no trabalho, inclusive dentro dos sindicatos.<\/p>\n<p>Ela destaca que quando se fala em perda de direitos e a luta por uma sociedade que seja democr\u00e1tica e libertadora necessariamente deve-se passar n\u00e3o s\u00f3 por criar empregos, mas pela luta por igualdade, combate \u00e0s opress\u00f5es e defesa de uma educa\u00e7\u00e3o libertadora e cr\u00edtica.<\/p>\n<p>\u201cA direita entendeu a estrat\u00e9gia da educa\u00e7\u00e3o e isso a gente v\u00ea com avan\u00e7o da militariza\u00e7\u00e3o das escolas e da escola sem partido, que internaliza a censura e a proibi\u00e7\u00e3o da gente poder construir uma sociedade que pensa e que lute contra opress\u00e3o de g\u00eanero e por uma sociedade igualit\u00e1ria. Estou na torcida de que este Congresso se concentre no debate de pol\u00edticas e a gente saia daqui mais fortes para lidar com os desafios do pr\u00f3ximo per\u00edodo\u201d, concluiu a brasiliense.<\/p>\n<p><strong>Exclus\u00e3o social, comunica\u00e7\u00e3o, cultura e diversidade<\/strong><\/p>\n<p>Ainda em rela\u00e7\u00e3o ao Centro-Oeste, o presidente da CUT Goi\u00e1s, Mauro Rubem, cita a quest\u00e3o do endividamento p\u00fablico do pa\u00eds, \u201cque massacra e acaba com a vida do povo brasileiro e exclui a popula\u00e7\u00e3o de forma cruel\u201d de servi\u00e7os em \u00e1reas fundamentais como sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o, programas de habita\u00e7\u00e3o popular e at\u00e9 combate \u00e0 fome.<\/p>\n<p>Para ele \u00e9 fundamental que a CUT assuma uma campanha sobre o tema para que esta realidade seja alterada.<\/p>\n<p>Sobre a quest\u00e3o sindical, ele aponta tr\u00eas aspectos importantes que, no seu estado, os trabalhadores e as trabalhadoras da CUT t\u00eam tratado.<\/p>\n<p>\u201cDiante do esfacelamento e da pulveriza\u00e7\u00e3o n\u00f3s temos que construir politicamente nossa a\u00e7\u00e3o sindical unit\u00e1ria, temos que ter uma pol\u00edtica de comunica\u00e7\u00e3o para nos comunicar com 200 milh\u00f5es de pessoas e nacionalizar a TVT e precisamos tratar da quest\u00e3o cultural, para inclusive mostrar que esse pa\u00eds n\u00e3o \u00e9 como a direita est\u00e1 mostrando, fascista, homof\u00f3bico, que chega ao ponto de excluir o trabalhador\u201d, afirmou Mauro.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s esperamos que as experi\u00eancias boas que aqui aparecerem n\u00f3s possamos levar para Goi\u00e1s, mas a unidade pol\u00edtica \u00e9 a expectativa maior, sem esta unidade entre n\u00f3s nada funciona\u201d, concluiu o dirigente.<\/p>\n<p><strong>Pol\u00edticas locais, unidade da esquerda e financiamento sindical<\/strong><\/p>\n<p>A secret\u00e1ria de Comunica\u00e7\u00e3o da CUT Santa Catarina, Adriana Maria Antunes de Souza, afirma que os catarinenses vivem as mesmas pol\u00edticas de Jair Bolsonaro (PSL), porque o governador Carlos Mois\u00e9s, do mesmo partido, tem a mesma linha pol\u00edtica neoliberal do governo federal.<\/p>\n<p>\u201cA gente fez muita discuss\u00e3o de como a CUT em Santa Catarina vai se posicionar e fazer o enfrentamento para essa pol\u00edtica neoliberal que ataca os direitos dos trabalhadores e isso com certeza est\u00e1 acontecendo tamb\u00e9m em outros estados\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Santa Catarina, segundo ela, tamb\u00e9m \u00e9 o estado\/ber\u00e7o do dono da Havan e empres\u00e1rio Bolsonarista, Luciano Hang, que ela chamou de \u201cvelho da Havan\u201d e apontou como sa\u00edda \u00e0 unidade da esquerda no estado no sentido de resistir e enfrentar os desafios.<\/p>\n<blockquote class=\"dd-blockquote\">\n<h4>O trabalhador e a trabalhadora s\u00e3o amea\u00e7ados, com sentimentos de obriga\u00e7\u00e3o de servir porque sentem que o patr\u00e3o est\u00e1 fazendo um favor de dar empregos e \u00e9 sentimento muito forte que vem sendo disseminado pelos empres\u00e1rios em Santa Catarina<\/h4>\n<h4>\u2013 Adriana Maria Antunes de Souza<\/h4>\n<\/blockquote>\n<p>Segundo a dirigente, a CUT tem a obriga\u00e7\u00e3o de fazer o enfrentamento e com, a unidade da esquerda no estado, ela considera que ser\u00e1 menos dif\u00edcil.<\/p>\n<p>E olhando para dentro da CUT, Adriana disse que \u201cas expectativas que a gente tem, enquanto Central \u00danica dos Trabalhadores s\u00e3o os direcionamentos e uma clareza de estrat\u00e9gia de como a gente avan\u00e7a para essa quest\u00e3o al\u00e9m das nossas bases\u201d, se referindo ao eleitorado desta pol\u00edtica neoliberal, mas que nem sempre s\u00e3o defensores desta pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Adriana tamb\u00e9m destaca a preocupa\u00e7\u00e3o sobre a quest\u00e3o financeira dos sindicatos, mas afirma que o financeiro n\u00e3o pode ser maior que a pol\u00edtica da entidade.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s temos que apontar para os dirigentes sindicais CUTistas que a quest\u00e3o financeira \u00e9 importante, e \u00e9 um problema que teremos que enfrentar, mas que a principal quest\u00e3o est\u00e1 naquilo que temos que construir politicamente com a sociedade, com os trabalhadores, com os desempregados e assim por diante\u201d, conclui Adriana.<\/p>\n<p><strong>Legados do golpe, resist\u00eancia, luta e futuro<\/strong><\/p>\n<p>Com o golpe de 2016, quando a presidenta Dilma Rousseff (PT) foi destitu\u00edda, o Nordeste foi uma das Regi\u00f5es que mais sofreu os impactos, afirmou o presidente da CUT Pernambuco, Paulo Rocha. Segundo ele, Recife antes do golpe, por exemplo, vivia em pleno emprego e agora a fome volta a assombrar os pernambucanos.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, ressalta Paulo, \u201ca nossa expectativa \u00e9 o que vamos construir de projeto de desenvolvimento para todas as regi\u00f5es para eliminar a pobreza n\u00e3o s\u00f3 no Nordeste, mas de todo pa\u00eds. E tamb\u00e9m como vamos organizar este novo mundo do trabalho, porque se n\u00e3o tivermos devidamente preparados vamos sofrer muito\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA gente tem que aprender a conviver com tudo isso pra, mas precisamos ter pol\u00edticas e \u00e9 por isso que a gente est\u00e1 aqui, para construir essas pol\u00edticas\u201d, destacou Paulo Rocha.<\/p>\n<p>Falando em futuro, a presidenta da CUT Rio Grande do Norte, Eliane Bandeira, disse que, com os ataques aos direitos trabalhistas e mudan\u00e7as do mundo do trabalho, \u00e9 preciso uma nova estrat\u00e9gia, \u00e9 preciso se reorganizar e fortalecer o movimento sindical.<\/p>\n<p>\u201cA nossa principal bandeira \u00e9 se reinventar para enfrentar esta conjuntura e pensar estrat\u00e9gias de organiza\u00e7\u00e3o para este novo modelo de trabalho, que est\u00e1 \u00e0 nossa frente. Esse \u00e9 o grande desafio\u201d, afirma Eliane.<\/p>\n<p>A presidenta da CUT Rio Grande do Norte disse que esta realidade do novo modelo de trabalho e as novas tecnologias n\u00e3o s\u00e3o desafios apenas dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiras, \u201cisso \u00e9 no mundo\u201d.<\/p>\n<p>\u201cIsso j\u00e1 acontece em v\u00e1rios lugares do mundo e a gente precisa saber como os representantes dos trabalhadores e das trabalhadoras destes pa\u00edses enfrentam estes desafios e a gente pensar junto com eles. E eu fiquei muito feliz de ver isso aqui, no primeiro dia de Congresso\u201d, contou.<\/p>\n<p>\u201cE para meu estado eu pretendo levar as perspectivas de constru\u00e7\u00e3o do futuro do mundo sindical e de enfrentamento \u00e0s pol\u00edticas neoliberais deste governo. E a gente estava precisando se energizar com sindicalistas de todo pa\u00eds e do mundo para levar na bagagem disposi\u00e7\u00e3o de luta e neste momento \u00e9 muito importante\u201d.<\/p>\n<p><strong>Desindustrializa\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Em S\u00e3o Paulo, a CUT foi ouvir o interior do estado para conhecer as demandas dos trabalhadores e das trabalhadoras e um dos desafios da Regi\u00e3o. Uma das principais demandas, segundo a secret\u00e1ria de Comunica\u00e7\u00e3o da Central do Estado, Adriana Magalh\u00e3es, \u00e9 a desindustrializa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>S\u00edmbolo da industrializa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, o ABC Paulista, tem tido, nos \u00faltimos per\u00edodos, a queda do Produto Interno Bruto (PIB), o aumento do desemprego e fechamento de montadoras. Al\u00e9m disso, pontua Adriana, o setor de servi\u00e7os de plataformas tem aumentado e \u201ctemos a necessidade de termos uma mudan\u00e7a estatut\u00e1ria para que possamos olhar as cooperativas e associa\u00e7\u00f5es de trabalhadores que surgem a partir dessas novas demandas para fortalecer a CUT e o movimento sindical\u201d.<\/p>\n<p><strong>Juventudes: negra e do campo, meio ambiente e soberania<\/strong><\/p>\n<p>A Regi\u00e3o do Norte, mas especificamente no estado do Par\u00e1, aponta o secret\u00e1rio de Forma\u00e7\u00e3o da CUT no estado, Mois\u00e9s Souza Santos, tem uma pauta fundamental que \u00e9 a defesa da Amaz\u00f4nia. Para ele, a maior floresta tropical do planeta est\u00e1 muito visada para este governo, se referindo a subordina\u00e7\u00e3o de Bolsonaro com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e sua liga\u00e7\u00e3o com o agroneg\u00f3cio.<\/p>\n<p>\u201cTemos que defender nossa Amaz\u00f4nia para o bem do clima e tamb\u00e9m em defesa da soberania e das pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es\u201d, destacou Mois\u00e9s, que \u00e9 membro do Coletivo Nacional da Juventude.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m alerta sobre a import\u00e2ncia de se discutir sobre a criminaliza\u00e7\u00e3o da juventude, negra, perif\u00e9rica e do campo.<\/p>\n<p>Ele denunciou o aumento de morte no campo e do uso do agrot\u00f3xico e afirmou que a juventude est\u00e1 desamparada, quando se fala em pol\u00edticas p\u00fablicas como esporte, lazer, sa\u00fade e educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s jovens estamos com uma dificuldade muito grande nessa quest\u00e3o de educa\u00e7\u00e3o, porque o governo cortou v\u00e1rios benef\u00edcios da educa\u00e7\u00e3o e n\u00f3s do campo somos mais prejudicados. O jovem do campo sem bolsa de ajuda de investimento n\u00e3o consegue permanecer na universidade\u201d, destacou Mois\u00e9s.<\/p>\n<p>Sobre o Congresso, Mois\u00e9s disse que este \u00e9 o momento de fortalecimento da CUT, porque \u201ca gente vai discutir nossos objetivos, colocar nossos desafios para fora e juntos descobrirmos o mecanismo um caminho para solucionar esses nossos desafios. Vamos deste momento ruim, dar a volta por cima at\u00e9 a governar este pa\u00eds, para que nossas pol\u00edticas p\u00fablicas voltem e toda juventude e toda classe trabalhadora possam ser feliz de novo\u201d.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde domingo (6), \u00e9 grande a movimenta\u00e7\u00e3o no Gin\u00e1sio Falc\u00e3o, na Praia Grande, onde est\u00e1 sendo realizado o&nbsp;13\u00ba Congresso Nacional da CUT \u201cLula Livre\u201d \u2013 Sindicatos Fortes, Direitos, Soberania e<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":38834,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"ngg_post_thumbnail":0},"categories":[40],"tags":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/38833"}],"collection":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=38833"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/38833\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/38834"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=38833"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=38833"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sistema.sinergiacut.org.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=38833"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}