A terceirizada da CPFL apenas aceitou incluir algumas cláusulas da pauta de reivindicações: Horas Extras (inclusão dos parágrafos 3º, 4º, 5º, 6º e 7º); Adicional de Periculosidade; Educação Profissional e Assédio Sexual e Moral (realização de palestras, cursos e campanhas sobre o tema). A vigência do ACT seria de dois anos.
A proposta foi rejeitada na mesa e a próxima rodada marcada para esta terça (24), na sede da empresa em Jaboticabal.