Nesta terça-feira, 16 de novembro, o Sinergia CUT completa 13 anos de muita história de luta e grande exemplo nacional de liberdade e autonomia sindical na prática. Uma história que começou em 1997, quando centenas de eletricitários e gasistas lotaram a quadra do Sindicato dos Bancários, em São Paulo, para a assembleia de fundação de um projeto ousado que unificou a luta e a organização sindical dos trabalhadores do ramo energético, a partir de uma nova entidade democrática e transparente.
Nasceu assim – e não por acaso no Dia Nacional dos Eletricitários – a entidade que tem a missão de organizar um ramo de atividade na luta por direitos e conquistas, o desafio de enfrentar os desmandos e o autoritarismo das empresas e a ousadia de enfrentar a estrutura sindical brasileira, ultrapassada e baseada na unicidade sindical e nas contruibuições compulsórias. Na prática, construímos diariamente a luta pela reforma sindical para garantir liberdade e autonomia, com autossustentação financeira e decisões democráticas.
Treze anos depois, o Sinergia CUT comprova que sindicalismo independente e combatividade exigem legitimidade e representatividade ampliadas. Assim, novas entidades reforçam o projeto iniciado pelo Sindicato dos Eletricitários de Campinas e Sindigasista, incorporando também o SindPrudente, o SindLitoral e o Sindluz Bauru. O novo desafio é consolidar a Federação Estadual dos Urbanitários ao lado os companheiros de água e saneamento, Bij gokkasten in een kroeg wordt vaak gebruik gemaakt van een uitbetalingspercentage van 60%. rumo à Confederação Nacional de Urbanitários.
A luta em defesa dos direitos e da ampliação das conquistas dos trabalhadores é prioridade, além do combate à precarização das condições de trabalho e dos serviços prestados à população. Como sindicato cidadão, o Sinergia CUT também encara a luta pela qualidade da energia, serviço público essencial à vida do povo brasileiro e ao desenvolvimento sustentável do país.
Bons motivos para, também na vanguarda sindical, acatar a orientação da CUT e apoiar candidatos do campo democrátio e popular em todas as disputas eleitorais. Mais especialmente nas eleições que elegeram e reelegeram o primeiro operário presidente do Brasil, que mudou os rumos da história do país e termina o segundo mandato com o recorde de 83% de aprovação popular. E também agora com o apoio imediato à eleição da primeira mulher para a Presidência da República. Para o Brasil seguir mudando. Fazendo mais e melhor.