Confira o artigo de Artur Henrique, presidente da CUT, publicado no jornal O Globo
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Não se deve levar muito a sério a atitude recente de um humorista de TV que, dublê de frentista de posto de combustível, fez campanha contra os impostos brasileiros. Até pode parecer uma atitude patriótica, altruísta, mas na verdade presta-se a escamotear um ataque coordenado, por parte de parcelas do empresariado, às políticas sociais e de transferência de renda.
Um dos argumentos mais comuns para atacar os impostos é de que o governo gasta demais com o funcionalismo e o ‘inchaço da máquina’. Vejamos dados recentes, divulgados pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda. Em 2002, último ano de FHC, o governo federal gastava 4,81% do PIB com pagamento de pessoal. Em março de 2010, depois de tanta ‘gastança