Aconteceu na quinta (18) a primeira reunião para discussão da PLR 2005. A empresa apresentou a intenção de simplificar o modelo do programa para melhor entendimento de todos. Além disso, afirmou que pretende negociar a PLR apenas para os trabalhadores operacionais, deixando de fora os diretores, gerentes, consultores, supervisores e coordenadores.
O Sinergia CUT lembrou que a PLR é para todos e deve contemplar o esforço de todos os trabalhadores, com distribuição de forma igualitária. A empresa insistiu que pretende pagar uma PLR diferente para este grupo de trabalhadores.
Novamente, o Sinergia CUT lembrou à Elektro que, pela lei, só pode pagar para esse grupo se tiver negociado um acordo com a entidade ou com os interessados, desde que encaminhe cópia do que foi acordado para o Sindicato. A empresa ficou de analisar a questão.Em relação à modelagem da PLR, a empresa propôs um valor fixo que seria distribuído com base em atingimento de metas de indicadores técnicos de qualidade (ITQ), com peso de 40%, e indicador financeiro (IE), com peso de 60%. Para as metas de qualidade seriam adotados 14 indicadores do Ranking da Distribuição divididos em quatro grupos: segurança, financeiro, qualidade do fornecimento e do atendimento. A empresa entregou o material para análise do Sindicato e agendou a continuidade da discussão para o próximo dia 30.