As análises foram feitas pelo diretor da Confederação Nacional dos Bancários, Luiz Claudio Marcolino, e pelo ex-deputado estadual Renato Simões, também coordenador do programa de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e do economista Márcio Pochmann
No primeiro dia de debates do 6º Encontro de Aposentados, Aposentadas e Pensionistas do Sinergia CUT, os participantes também tiveram espaço para refletir sobre a conjuntura nacional por intermédio das análises feitas pelo diretor da Confederação Nacional dos Bancários, Luiz Claudio Marcolino, e pelo ex-deputado estadual Renato Simões, também coordenador do programa de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, ao lado do ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad e do economista Márcio Pochmann.
A primeira parte da exposição coube a Marcolino. Por intermédio de gráficos sobre a evolução da renda e do Produto Interno Bruto (PIB) durante os governos Dilma e Lula, Marcolino demonstrou os malefícios causados pelo desgoverno Temer aos trabalhadores ao apontar o decréscimo desses índices.
Simões, por sua vez, fez uma exposição política e traçou um quadro preocupante sobre a conjuntura nacional. “Estamos na eminência de viver um grande momento de mudança social a partir das eleições do dia 07 de outubro. Estamos vivendo um choque de capitalismo e não é para o bem”, afirmou Simões. “O programa de Temer jamais seria institucionalizado se fosse pelo voto”, analisou.
Na sua visão, o país vive um momento em que uma minoria deseja impor sacrifícios para a maioria e, isso, com ajuda dos empresários de mídia e de grande parte do judiciário. “O Brasil vai mudar radicalmente depois do dia 07 de outubro. E espero que seja para melhor”, disse ao defender a candidatura de Lula como a única que pode aglutinar as forças populares.
Aposentado não se aposenta da luta!