Apesar de ter confirmada a database, não houve consenso entre o Sinergia CUT e os representantes da Biolins em reunião realizada no início do mês.
Na abertura de negociação a empresa apresentou um cenário de dificuldade econômica, o que é agravado, segundo eles, pela crise política que o país atravessa.
A proposta recusada foi de reajuste de 3% nos salários e benefícios e uma PPR, com reajuste de 25%, com a inclusão de três indicadores e metas, sendo 2 de produtividade e 1 de presenteísmo;
O sindicato reiterou a sua posição de que o valor de referencia do ano anterior da PPR, R$ 400,00, deve ser corrigido, mantido como piso mínimo e os novos indicadores e suas metas, além de ajustados para serem de fatos atingidos.
Ainda o Sindicato propôs a composição de um “plus” para melhorar o montante a ser pago aos trabalhadores.
Estes e outros temas serão abordados na próxima rodada programada para o dia 27/06.