CS 2016: começam as negociações entre CTG (Cesp) e Sinergia CUT

CS 2016: começam as negociações entre CTG (Cesp) e Sinergia CUT
30 março 11:00 2016 Débora Piloni

Abertura da CS 2016 aconteceu na terça (29). Algumas controvérsias e nenhuma proposta. Próxima rodada na sexta (01)

Na tarde desta terça-feira (29), aconteceu em São Paulo a abertura de negociações da Campanha Salarial 2016 entre o Sinergia CUT e a CTG (China Three Gorges, empresa que venceu o leilão das usinas Jupiá e Ilha Solteira, que pertenciam à Cesp).

Na ocasião, o Sindicato entregou a pauta de reivindicações dos trabalhadores e ressaltou os principais pontos a serem garantidos no ACT a ser fechado com a nova empresa: Política de Emprego, manutenção do Plano de Previdência e Saúde da Fundação Cesp, aumentos nos salários e benefícios, PLR, bem como uma proposta financeira compensatória para aqueles que saírem da Cesp e forem para a CTG.

A empresa chegou a informar que na próxima semana convidaria os trabalhadores, através da sua área de Recursos Humanos (RH), para trabalhar na CTG. O Sinergia CUT repudiou essa iniciativa e defendeu o caminho da negociação efetiva entre Sindicato e empresa para obter uma proposta decente que contemple as reivindicações da categoria.

Depois de algum tempo, os representantes da CTG informaram que a iniciativa teria sido suspensa e que a empresa apostaria, então, na negociação.
A próxima reunião está marcada para sexta-feira, 01 de abril, em São Paulo.

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Audiência de conciliação do dissídio coletivo
Ocorreu, no último dia 21, nova audiência de conciliação de dissídio coletivo instaurado pelo Sindicato contra a Cesp e a CTG, em relação à clausula de política de emprego. Na ocasião, ficou definido que até 31 de maio próximo fica mantida a cláusula atual.

Já em relação à sucessão trabalhista que a Cesp trouxe para o dissídio coletivo, não houve acordo e a juíza agendou nova audiência para 23 de maio. Até lá, a justiça recomendou negociações com a CTG para a tentativa de acordo em relação ao ACT 2016/2017.

Se houver acordo, o resultado deverá ser levado para a audiência do dia 23. Caso contrário, no mês de junho, que é o mês da data-base, o Sindicato tomará as providências necessárias, inclusive aprovando junto à categoria e implementando o plano de lutas.

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