No dia 29 passado, Sinergia CUT e Taesa se reuniram para a primeira rodada de negociação da Campanha Salarial 2012. Na ocasião, a empresa apresentou uma proposta como sendo única. Confira os principais pontos:
Mais respeito, Taesa! Empresa implementa reajuste para os trabalhadores de Assis sem negociar com o Sindicato
O Sinergia CUT tomou conhecimento de um comunicado da TAESA enviado aos seus trabalhadores via e-mail, no dia 22 de março, informando que a empresa estaria aplicando um reajuste de 7,5% a partir dos resultados das negociações do Acordo Coletivo em nível nacional e que, para manter o alinhamento interno, aplicará o referido reajuste para os trabalhadores lotados em Assis, como antecipação das negociações ainda em andamento com o Sinergia CUT.
O Sinergia CUT respondeu à empresa que tal atitude é liberalidade da TAESA e repudiou a implementação de questões relativas ao Acordo sem prévia discussão com o Sinergia CUT.
Assembleias. Capricha! Embora a empresa tenha aplicado um reajuste por decisão unilateral, os demais itens da proposta apresentada na mesa de negociação contemplam as reivindicações dos trabalhadores: Plano Previdenciário, inclusão de dependentes no plano AMHO e garantia do reajuste do VR em 2012 (na negociação realizada em 2011 o reajuste seria aplicado somente em 2013).
Por tudo isso, considerando que a proposta é satisfatória, o Sindicato encaminhará a proposta para a aprovação da categoria em assembleias. Fique ligado! Participe! Capricha na Campanha Salarial! Pendências Após a apresentação da proposta, a empresa e o Sindicato iniciaram a discussão sobre as pendências do Acordo Coletivo vigente:
Além disso, a empresa informou que pretende fazer convenção com todos os sindicatos (cláusulas idênticas para todos os estados). Inclusive, a política de horas extras já está sendo implantada para o restante das empresas, exceto Assis, como também o banco de horas que eles voltaram a insistir na implantação.
O Sinergia CUT ressaltou a necessidade de a empresa reunir todas as entidades sindicais na mesa e estudar a realidade de cada localidade e as condições do banco de horas.